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Ex-Freira Charlotte Keckler – Testemunho Triste e Comovente
( 206 visitas )

Publicado em: 10/5/2017
Por: Nivaldo Batista - Recife - PE
nivaldosalvo@yahoo.com.br
 


http://nivaldosalvo.blogspot.com.br/2014/06/ex-freira-charlotte-keckler-testemunho.html

Ex-Freira Charlotte Keckler – Testemunho Triste e Comovente 

 

- Baixe os dois arquivos com o Testemunho original, gravado, da ex-freira Carlotte Keckler pelos links a seguir:


http://www.jesus-messiah.com/charlotte/midi/charlotte1.rm


 

(Fonte das gravações:

 

Leia o livro com fotos da ex-freira Charlotte Keckler (vide a seguir) acessando o link: 


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Testemunho da ex-freira Charlotte Keckler, abaixo, no site americanohttp://www.jesus-is-lord.com/charlot1.htm, traduzido pela escritora, tradutora e pesquisadora de catolicismo Mary Schultze. 

 

“Trabalho por quase 10 anos no Centro de Pesquisas Religiosas – CPR.” ( Mary Schultze)

 

Fonte:

http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1099&menu=2&submenu=8

 

Autora da tradução: Mary Schultz Publicado em : Quinta, 27/09/2007 

 

Mary Schultz é Bacharel em teologia, membro da Primeira Igreja Batista de Teresópolis, pesquisadora de catolicismo, escritora e tradutora de diversas obras evangélicas em língua portuguesa. 

 

(O tenebroso testemunho de uma ex-freira carmelita americana) 

Entre 1956 e 1982, meu marido sempre me trazia de presente, toda semana, um livro interessante, pois sabia quanto eu gostava de ler. Lembro-me que certo dia ele me trouxe um livro de Nelson Rodrigues, cujo título fiz questão de esquecer. Consegui ler o tal livro até o final, mas logo em seguida tive uma crise de enxaqueca e vômito e precisei ser medicada pelo nosso médico alemão. O livro era nojento e me fez muito mal. Foi o primeiro e último livro que li daquele autor sádico e imoral. Jamais gostei de ler assunto de sexo, violência e satanismo. Uma das poucas virtudes que sempre consegui cultivar foi a virtude da pureza. 

O relato da vida da freira Charlotte foi retirado de um site muito confiável (http://www.jesus-is-lord.com/charlot1.htm) e não se pode duvidar da veracidade do mesmo. Li esse testemunho em duas etapas e fiquei tão chocada que me lembrei do tal livro de Nelson Rodrigues. Achei que deveria traduzir esse relato e entregar aos amigos leitores, a fim de que possam conhecer o sadismo com que alguns padres e madres católicos costumam tratar as pobres freiras trancadas em clausuras, as quais não podem sair dos claustros para denunciar os maus tratos a que são submetidas pelos "filhos" do papa, nesses antros de violência e sadismo.

 

Vamos contar os horrores sofridos por Charlotte e suas companheiras de clausura. Ela usa esse pseudônimo, temendo pela própria vida, pois os asseclas do Vaticano não costumam enviar recado: eles matam... O testemunho de Irmã Charlotte é comovente e chocante. Contudo nos oferece um insight do que existe de pior na vida de muitos conventos católicos, onde os padres costumam agir de maneira iníqua, desrespeitando e torturando as indefesas "filhas de Maria" e escravas do papa.

 

Um leitor disse o seguinte a respeito do testemunho de Charlotte: 

Grato por ter publicado esse testemunho. Fiquei muito chocado com o que li. Acredito no que ela falou porque trabalhei como garçom. Os padres e freiras chegavam toda tarde para tomar os seus drinques, usando hábitos. Certo dia uma amiga confrontou um daqueles padres e um dos seus "garotos" com uma forte censura. Ele fez tudo para que ela fosse despedida do emprego e depois passou a aparecer ali usando hábito e se embriagando. Falamos que não ficava bem que as crianças os vissem bebendo, especialmente porque eram considerados "povo de Deus" (pelo menos aos olhos inocentes), e que isso dava muito na vista...  

Por isso é que entendo o que Irmã Charlotte diz e gostaria de orar pelas outras freiras que ainda continuam prisioneiras nos conventos católicos de clausura. (Assinado: S.R.)

 

Agora vamos dar literalmente a palavra a Irmã Charlotte.   

O Noviciado

Como não houvesse uma vaga em convento algum ali perto, meus pais me levaram para bem longe, a mais de mil milhas dali, e entrei num convento para fazer o meu noviciado. Estava com doze anos e nove meses. [Primeiro, o padre confessor e as duas professoras fizeram a cabeça da menina Charlotte, para que ela desejasse ser freira. Segundo, influenciaram e convenceram os pais da garotinha a ficarem felizes com a decisão da mesma. Terceiro, levaram-na para um convento distante, a fim de dificultar qualquer aproximação futura com os pais. É assim que a hierarquia romana sempre age... calculada e traiçoeiramente!]

Eu era apenas uma menina. Olho para trás e penso: "Ó, meu!" Saudades? Sentia tanta saudade do lar! Meus pais haviam ficado três dias comigo e quando partiram fiquei cheia de saudade. Claro, por que não? Eu era apenas um bebê, longe de casa. Jamais havia passado uma noite sequer longe de minha mãe, nem ido a lugar algum sem a família. Havia uma estreita união em nossa família e por isso me senti tão solitária e saudosa. [No contexto social daquele tempo, as filhas ainda não costumavam contratar bandidos para assassinar os pais...] 

Depois que meus pais se foram para tão longe, comecei a imaginar em meu coração que jamais iria vê-los novamente. Claro que não havia planejado desse modo, pois meu plano era entrar num convento aberto. Prestem muita atenção... Hoje sabemos que os padres selecionam o seu "material" através do confessionário [Em geral eles escolhem filhas únicas de famílias abastadas, as quais são obrigadas a fazer voto de pobreza, pois, quando lhes morrem os pais, entregam à Igreja toda a fortuna destes.]

Como já falei antes, aos sete anos de idade eu já freqüentava o confessionário. Quando ia à Igreja, ficava na ponta dos pés para conseguir beijar o crucifixo e, então, aos pés do mesmo, eu pedia à Virgem Maria que me ajudasse a fazer uma boa confissão. Era apenas uma criança de coração muito puro. Os padres nos haviam ensinado a fazer sempre uma boa confissão, sem deixar coisa alguma esquecida. Deveríamos falar tudo, se quiséssemos receber a absolvição dos pecados cometidos. Por isso eu pedia que a Virgem Maria me ajudasse a fazer uma boa confissão. [No Romanismo tudo é absolutamente errado. Desde as intenções dos seus hierarcas, até as orações dos iludidos católicos] 

Tendo ficado alguns anos naquele convento, precisei continuar meus estudos. Havia concluído o primeiro grau, quando me prometeram dar o segundo grau e um curso superior. Contudo, apenas concluí o segundo grau, e com terríveis esforços e muita dificuldade. Mesmo assim sou grata por me terem permitido cursar o segundo grau. Logo me colocaram em crucial treinamento, a fim de me tornar uma noviça e poder entrar de vez no convento. Esse treinamento é além do que se pode contar e somente quem passou por um deles, durante algum tempo, pode realmente saber em que consiste.

Agora eu já havia entrado no convento e posso contar-lhes como se vive, o que se come e como se dorme ali. Se eu levasse os leitores para dentro do convento é que poderiam entender exatamente o que se passa ali... O tempo foi correndo e quando eu tinha quatorze anos e seis meses, a Madre chegou para me falar a respeito do véu branco, sobre o qual eu pouco sabia, a não ser que, segundo me disseram, após recebê-lo eu me tornaria uma esposa de Jesus Cristo. Haveria uma cerimônia, na qual eu seria vestida com traje de noiva. Na manhã determinada, disseram-me que eu seria vestida de noiva às 9 hs. Imaginem onde elas costumam conseguir o traje de noiva para as freirinhas. A madre superiora escreve uma carta ao pai da futura "esposa de Cristo", dizendo de quanto dinheiro precisa para o evento e o pai logo o envia. [ Pura verdade. Tive uma irmã no convento e lembro-me que era meu pai quem arcava sempre com as despesas da mesma, até de uma aspirina que ela precisasse tomar].

A freirinha que cuidava das compras saiu para comprar o material e o traje foi confeccionado pelas próprias freiras do convento (Eu ainda estava numa ordem aberta e por isso as freiras podiam sair para fazer compras). Então vocês vão indagar: "Será que ela gastou todo o dinheiro recebido para aquele traje de noiva?" Por enquanto não posso responder, pois estou há pouco tempo no convento... Mais tarde saberei que o traje não deve custar mais de um terço do dinheiro recebido e o resto as madres embolsam... Depois de um certo tempo ali no convento, quando tive ensejo de confeccionar alguns trajes de noiva, fiquei sabendo quanto realmente eles custavam e de onde vinha o dinheiro dos mesmos... 

Finalmente chegou a hora em que desfilei pela nave da igreja, em traje de noiva. Lembro-me que eu costumava percorrer a "via sacra" das 14 estações, de pé, ajoelhando-me diante de cada "estação". Porém depois de receber o véu branco passei a percorrê-las de joelhos, a fim de me tornar mais digna do papel de esposa de Cristo. [Fui católica até os 48 anos de idade e quando era adolescente, fazia a mesma coisa, desejando me tornar santa. Era do tipo "escrupuloso"]. Apesar da longa distância, eu a percorria de joelhos, toda sexta feira de manhã, achando que isso me levaria para mais perto de Deus e me tornaria mais digna do passo que pretendia dar. 

Gravem bem na mente este detalhe: cada menina que entra no convento nada sabe a respeito da vida mundana e ali chega com o coração puro. Ela só tem o desejo de viver para Deus. Deseja entregar o seu coração, mente e alma a Deus. Resumindo: essas meninas entram no convento, sem conhecer coisa alguma do mundo lá fora... Ao contrário do que acontece com certas estrelas de cinema, que já conhecem todos os segredos da vida mundana e são recebidas nos conventos católicos, depois de entregar milhões de dólares à Igreja... Esta nunca se preocupa com o tipo de pessoa que entra em seus conventos, contanto que receba destas uma alta quantia em dinheiro...

Observem atentamente que depois de entrarmos no convento passamos a ser vistas como senhoras casadas. Somos esposas ou noivas de Cristo. O padre começa a ensinar tudo que a menina precisa saber, a fim de tomar o véu branco. Ela é ensinada que a família será salva por causa de sua vocação. Não interessa se os membros dessa família são ladrões de bancos ou assaltantes de armazéns. Não importa que eles fumem, bebam, façam farras, e vivam no mundo, praticando toda sorte de pecados. Isso não fará a menor diferença, pois, mesmo assim, a família da freirinha será salva. Se continuarmos no convento, dedicando nossas vidas à Igreja, podemos estar certas de que todos os membros de nossa família serão salvos. Por isso muitas meninas são compelidas a entrar no convento, a fim de conseguir a salvação de suas famílias.... Isso porque têm mentes imaturas e não conhecem uma teologia verdadeiramente embasada na Bíblia. Os padres são mestres em instalar mentiras religiosas nas mentes infantis, considerando que as crianças são influenciáveis e os vêem como deuses. Ele passa a ser o único deus sobre quem elas sabem alguma coisa. Acham que esses padres não podem pecar, não podem mentir, nem cometer um só erro, visto como são infalíveis. O padre é considerado o mediador entre Deus e o católico romano. 

Então chega o dia em que nós, as freirinhas, recebemos o véu branco e tudo parece lindo! Estou com dezesseis anos e meio de idade... Todos ali me tratam bem e até agora não vi coisa alguma que me decepcionasse. Ainda sou uma garotinha e não preciso me "sujeitar" aos caprichos de um padre católico romano. Somente depois de completar 21 anos de idade, quando eu fizer os votos seguintes e passar a usar o véu negro, ficarei a par de tudo a respeito desses "homens". E então, já será tarde demais... 

Novo tipo de voto

Agora já não terei as chaves daqueles portões e nem haverá possibilidade alguma de escapar dali. O padre vai nos contar tudo [que lhe parecer conveniente] a respeito dos USA e de outros países, e dizer que as irmãs podem sair do convento, quando desejarem. Passei 22 anos ali. Fiz tudo que era possível para escapar. Levei comigo colheres de sopa até os cárceres e tentei cavar buracos no chão imundo, pois ali não há assoalho, porém jamais consegui cavar o suficiente para escapar do convento, porque a colher era a única ferramenta de que eu dispunha. Quando se usa uma pá, a fim de fazer um trabalho pesado, somos sempre vigiadas. Somos vigiadas por duas freiras mais idosas, as quais contarão tudo sobre nós e por isso não podemos usar uma pá. E nem chegaríamos muito longe, porque aqueles conventos são construídos de propósito, para que NENHUMA freirinha consiga escapar. Não haverá qualquer possibilidade de fuga, a não ser que Deus nos conceda um meio. Mesmo assim, creio que Deus há de prover um meio através do qual muitas daquelas meninas consigam escapar dali.



Eu devia estar com 18 anos, quando a madre começou a me doutrinar, quando eu já estava desejando fugir, após ter recebido o véu branco. Meu desejo era ser uma irmã enfermeira, mas a madre superiora, a qual devia estar me observando há muito tempo, um dia começou a me falar: "Charlotte, você tem um bom físico e pode se tornar uma boa freira de clausura. Acho que você gostaria de se libertar de casa, do papai, da mamãe, do mundo e de tudo que ama neste mundo, a fim de se esconder atrás dos portões de um convento, para se sacrificar, viver em crucial pobreza e rezar pela humanidade perdida. Acho que você é do tipo que gosta de sofrer..."

...

Nove horas dentro de um esquife

 .... 

Recordações do Lar

 ...

Assinatura com sangue

...

Assédio violento

...

Obrigação fúnebre, regra quebrada e castigo no calabouço

...

Penitência de nove dias

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Rotina Diária

...

Trabalho na lavanderia

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Perdendo a Fé

...

Os padres

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Gravidez indesejada

...

A Execução

...

Uma conspiração de morte

...

Uma tenebrosa descoberta 

...

Um plano desesperado

...

A fuga 

...

Em busca de socorro 

...

O Médico

...

Finalmente em casa 

...

LEIA O TEXTO COMPLETO ACESSANDO O ENDEREÇO ABAIXO:

 

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