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Por que NÃO posso ser CATÓLICO?
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Publicado em: 25/5/2017
Por: Nivaldo Batista - Recife - PE
nivaldosalvo@yahoo.com.br
 

Por que NÃO posso ser CATÓLICO?

 

“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.”

II Coríntios 13:8

 

         Todos terão que assumir as consequências eternas pela sua crença. Ninguém escapará! Por isto, é muito importante a todos deixarem o orgulho e a teimosia de lado, a fim de pesquisarem sobre o que Deus diz a respeito das coisas espirituais, principalmente as eternas. 

         Uma ocorrência muito interessante demonstra exatamente o que acontece com todo o que, com toda sinceridade, arrepende-se dos pecados e converte-se ao Senhor Jesus Cristo: A conversão do malfeitor que converteu-se, na cruz, ao Senhor Jesus Cristo, antes de morreu.  Nunca foi batizado em igreja alguma, nem pertencia a qualquer religião que seja. O Senhor Jesus Cristo disse ao homem: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23:43). O homem foi levado para o Paraíso de Deus; não a um suposto purgatório ou lugar intermediário. A Palavra de Deus nunca o definiu como “bom ladrão”; o contrário. Na Bíblia, lemos que tal homem era um malfeitor (Lucas 23:32, 33 e 39). Ele mesmo reconheceu que era um malfeitor e merecia a pena de morte imposta pelos romanos (Lucas 23:41). 


         A Bíblia é a Única Palavra deixada por Deus para o homem: 

II Timóteo 3:

16 Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça;

17 Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

         Abandonei os dogmas inventados pelo catolicismo romano, em obediência ao Único Livro Santo de Deus: A Bíblia.

 

         Os que afirmam crer no Senhor Jesus Cristo, consequentemente terão que dar crédito a toda a Bíblia. É através da Bíblia que conhecemos toda a história do Senhor Jesus Cristo quando esteve aqui na terra.

 

         Os livros escritos à parte sobre as coisas de Deus devem passar pelo crivo de comparação com as doutrinas bíblicas. No caso de alguma doutrina divergir das Sagradas Escrituras, com certeza absoluta, não é de Deus.

 

         Espiritualmente, a Bíblia deve ser o Único Livro de fé e prática de todo homem.             

 

         Até os meus dezenove anos de idade fui extremamente católico, seguidor de todos os dogmas e rituais ensinados pela igreja que amava mais que a minha própria vida.

 

         Na paróquia que frequentava, atuei como coroinha até muito mais do que se tivesse sido ordenado acólito. Amava e praticava os rituais ensinados pelo Vaticano. Esmerava-me em cumprir o que me era ensinado e ordenado. Rezava terços, seguia procissões, ajudava na eucaristia, era devoto dos santos, principalmente de “N. S. Aparecida”, nunca faltei uma semana sequer à comunhão, confessava-me periodicamente, e era um defensor incansável da igreja Católica Romana...

 

Não demorou muito até encontrar um rapaz, por sinal muito educado, que tentou falar-me do amor de Deus. De pronto, retruquei e solicitei distância, pois eu era, como afirmava constantemente, “Católico Apostólico Romano”. O pobre rapaz não esboçou, em momento algum, desejo de obrigar-me a ouvir as suas palavras. Apenas, perguntou-me: “Para onde você vai, após a morte?” ´É claro que não me detive e pronunciei a tão conhecida e propagada resposta: “Ninguém sabe!”...

 

Passei uma semana inteira meditando sobre aquela pergunta... Suava de medo só em pensar sobre o que seria de minha alma após à morte. Era extremamente religioso e cumpria todos os rituais e dogmas. Era bastante diferente de outros jovens da minha época. Temia muito a Deus e desejava fazer a sua vontade para ver se, de alguma forma, passaria pouco tempo no suposto “purgatório”. Apesar de profundamente religioso, eu era infeliz e temia a eternidade. Não tinha a paz! 

Procurei examinar a Única Palavra que Deus deixou para comunicar-se com suas criaturas. Busquei minha Bíblia e iniciei o exame... Quanto mais lia, meu coração transbordava de alegria e desejo de não parar mais. Por fim, descobri que os dogmas ensinados pela igreja que amava, mais que a minha própria vida, divergia das Sagradas Letras. Pensei! Deus criou-me com liberdade para examinar e escolher! Comecei a estudar sobre todas as religiões que se classificam como cristãs. A primeira foi a igreja que amava incondicionalmente: A Igreja Católica Romana. 

Uma questão que me tocava muito era sobre o título da igreja que considerava mais importante que a minha própria vida. Questionei-me: Por que será que a minha igreja é “Católica Apostólica Romana”, visto que todos os apóstolos eram judeus, e o próprio Senhor Jesus Cristo veio, em carne, como judeu? Afinal, os romanos perseguiam e cobravam impostos dos judeus! O Senhor Jesus Cristo estabeleceu a sua primeira igreja, na Galileia, com doze apóstolos judeus (Lucas 5:17 e 6:12 a 16); nunca em Roma! 

A igreja Católica Romana foi estabelecida pelo imperador romano Constantino Magno, no ano 325 d.C., no Concílio de Nicéia. Constantino afirmou ter divisado, no céu, uma cruz com a seguinte inscrição a fogo: “Com Este Sinal Vencerás!” Disse o imperador que entendera aquela frase como tendo sido o próprio Deus que o estava escolhendo para ser o líder dos cristãos em todo o mundo. Muitos seguiram Constantino... Nos séculos vindouros, o catolicismo já havia absorvido tantas crendices que parecia mais uma colcha de retalhos de heresias. A partir do quinto século, o império romano, em decadência, exigia que todos os cristãos aderissem às suas fileiras. O pequeno período de trégua transformou-se, em mais de um milênio, no mais sombrio e cruel contra aqueles que negaram-se admitir qualquer espécie de dogma católico romano. Durante toda a Idade Média, incluindo o período negro da “Santa Inquisição”, o catolicismo romano torturou e assassinou mais de oitenta milhões de pessoas, pelo simples fato de rejeitarem seus dogmas heréticos. Os “Santos Padres”, além de vidas promíscuas, no palácio do Vaticano, assassinavam seus pares em nome do poder. 

O celibato sempre foi um grande problema para homens proibidos a contraírem matrimônio, apesar do próprio Pedro, reconhecido pelo catolicismo romano como “primeiro papa”, ser casado (Lucas 4:38). 

As inúteis “explicações” e negações do catolicismo romano nunca anularão a Palavra Santa. A Bíblia mostra os irmãos e irmãs, na carne, de Jesus como homem, filhos de Maria (Mateus 13:55 e 56). 

A transubstanciação, além de ser impossível, é contrária aos ensinamentos da Palavra de Deus. A hóstia e o vinho, antes ou depois da eucaristia, jamais se transformarão em carne e sangue. É lógico! Com a “elevação do Santíssimo”, o Senhor Jesus Cristo jamais estará morrendo novamente. É até ilógico alguém afirmar que em centenas de missas realizadas em todo o mundo o Senhor Jesus Cristo, LITERALMENTE, estará morrendo novamente. A Palavra de Deus afirma que o Senhor Jesus Cristo ofereceu-se uma só vez... houve uma só oferta... não morre mais... O Senhor Jesus Cristo está vivo! Ele ressuscitou em carne e ossos (Lucas 24:39), subiu ao céu e voltará em breve (Atos 1:9 a 11; João 14:1 a 6). 

         Caso consideremos que o pão e o vinho da “missa” se transformam, LITERALMENTE, no corpo e no sangue de Jesus pelo fato dEle ter afirmado “isto é o meu corpo...” e “isto é o meu sangue...” (Mateus 26:26 a 28), teremos que admitir que Jesus também é, LITERALMENTE, uma PORTA, pois Ele afirmou: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10:9) 

         É lógico que o Senhor Jesus Cristo realizou a ceia com dois elementos simbólicos: Pão e vinho. O próprio texto afirma que a realização da CEIA seria para “MEMÓRIA” (LEMBRANÇA)..., a fim de anunciar a morte do Senhor, até que ele venha; e não como TRANSUBSTANCIAÇÃO. 

Portanto, leia: 

Lucas 22:

19 E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. 

I Coríntios 11:

24 E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.

25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.

26 Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.

 

Hebreus 9:

27 E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,

28 Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.

 

I Pedro 3:

18 Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;

 

Romanos 6:

9 Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele.

 

Lucas 24:

39 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.

 

 

Abordarei, a seguir, alguns assuntos pertinentes utilizando as versões bíblicas das Bíblias Ave Maria e ACF:

 

 

Maria: “Mãe de Deus”, “Nossa Senhora”, “Mediadora”, “Intercessora”, “Advogada”...!

 

Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,

E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;

Porque atentou na baixeza de sua serva...”

Lucas 1:46 a 48A

(Bíblia ACF)

 

E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,

meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,

porque olhou para sua pobre serva...”

Lucas 1:46 a 48A

(Bíblia Católica Ave Maria)

 

 

         Não há outra autoridade maior que a própria Palavra de Deus (a Bíblia) para conhecermos sobre seus personagens e os planos de dEle.

 

         A própria Palavra de Deus, a Bíblia, alerta para não recorrermos a qualquer outro escrito, senão e tão-somente a Ela mesma. Unicamente na Bíblia encontramos as histórias, conselhos e planos divinos para o homem. A Bíblia é autossuficiente para esclarecimentos históricos e espirituais. Tudo o que Deus quis que o homem soubesse deixou registrado na Sua Santa e Eterna Palavra.

 

E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro.”

I Coríntios 4:6 (Bíblia ACF)

 

Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós, aprendais a não ultrapassar o que está escrito e para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem.” I Coríntios 4:6 (Bíblia Católica Ave Maria)

 

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” II Timóteo 3:16 e 17 (Bíblia ACF)

 

Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra.” II Timóteo 3:16 e 17 (Bíblia Católica Ave Maria)

 

         No livro do Apocalipse há um alerta importantíssimo com relação aos seus escritos:

 

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. Apocalipse 22:18 e 19 (Bíblia ACF)

 

Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro; e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro.” Apocalipse 22:18 e 19 (Bíblia Católica Ave Maria)

 

         As Escrituras Sagradas não são como livros comuns. Todos seus Escritos são interligados e têm finalidades histórico-espirituais.

 

         A disposição na ordem dos escritos obriga o leitor a buscar não apenas a simples leitura, mas o exame minucioso de cada ponto, comparando texto com texto. Alguns dos escritos são precisos e diretos, outros remetem o examinador a buscar contextos em conformidade com o acontecimento. Assim, a Bíblia é a sua própria intérprete.

        

         Há um pequeno versículo, na Bíblia, que diz: “Jesus chorou.” João 11:35.

 

         Os que já conhecem a história, não precisarão exigir a transcrição do capítulo por completo, até para que não se torne demorada e cansativa a sua leitura. Em caso de alguma dúvida, basta verificar na própria Bíblia. Sabemos que o versículo se refere ao momento que Maria, irmã de Lázaro, estava chorando por causa da morte do seu irmão. Jesus, quando a viu chorar, comoveu-se e também chorou. Logo após o ressuscitou, já estando com quatro dias de sepultura.

 

         Os que não conhecem a Palavra de Deus precisarão ler o texto completo.

 

         Transcrevendo o capítulo 11, de João, por completo, temos:

     

CONTINUA...

ACESSE O ENDEREÇO ABAIXO E LEIA O ESTUDO COMPLETO:

http://nivaldosalvo.blogspot.com.br/2017/05/por-que-nao-posso-ser-catolico.html


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