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Pecado: uma invenção diabólica
( 3444 visitas )

Publicado em: 29/8/2006
Por: Saulo Davidson
Assembléia de Deus - 40 Horas - Ananindeua
saulodavidson@hotmail.com
 


Há uma interrogação que paira na mente de muitos de nossos irmãos acerca do pecado. Alguns acreditam e até defendem a tese de que pecado tem tamanho e importância, o que é um erro gravíssimo. Diante de Deus todo pecado, seja aquele que causa um grande escândalo ou uma “simples” mentirinha tem o mesmo peso, ou seja, tem e traz a mesma conseqüência; a perda da salvação.

Para compreendermos com mais eficácia sobre o pecado é necessário que conheçamos a origem dessa palavra. O vocábulo pecado origina-se do grego e literalmente significa errar o alvo. Na Grécia antiga, quando o arqueiro não acertava a flecha no alvo dizia-se que ele tinha cometido um pecado; portanto pecar é errar o alvo; tomar a direção contrária.

I - A ORIGEM DO PECADO

A origem do pecado não se deu no Éden com a queda do homem como muitos pensam, e sim nas regiões celestiais (Ez 28. 14-18). Foi quando luzbel ou lúcifer (anjo de luz), querubim que servia diante de Deus se rebelou contra Ele. Certamente o pecado de lúcifer foi a soberba; o querer ser igual a Deus.

A origem do pecado na raça humana foi à transgressão voluntária de Adão no Éden (Gn 3.6, 7). Foi por Adão que entrou o pecado no mundo. O homem deu ouvidos à insinuação do tentador, de que se ele se colocasse em oposição a Deus, se tornaria igual a Ele. Ele não apenas pecou, como também se tornou servo do pecado (Rm 6.23). E assim, por causa do erro de Adão toda a raça humana tornou-se pecaminosa.

II - A DESCRIÇÃO BÍBLICA DO PECADO.

Os termos bíblicos para designar o pecado são diversos, mas em geral ele é apresentado como fracasso, erro, iniqüidade, transgressão, contravenção, delito, ofensa, dívida, ausência da lei e injustiça. A característica principal do pecado, em todos os seus aspectos, é que ele é cometido, primeiramente contra Deus. A definição formal mais correta do pecado é a “falta de conformidade com a Lei de Deus”.

O pecado tem lugar primeiramente no coração, ele não reside em nenhuma faculdade da alma. O coração de que fala a bíblia, é o centro das influências que põe em funcionamento o intelecto, a vontade e os afetos. Em seu estado pecaminoso, o coração torna o homem objeto do desagrado de Deus.

III - O PECADO ORIGINAL E O PECADO PRATICADO.

O estado pecaminoso em que nasce o ser humano, é definido teologicamente como “pecado original”. Porém não devemos pensar que este termo implica dizer que o pecado fazia parte da constituição original da natureza humana. Isto daria a entender que Deus criou o homem como pecador e que Ele seria o autor do pecado, o que é totalmente herético.

O erro de Adão afetou toda a sua descendência. A corrupção original do homem inclui a ausência da justiça original e a presença da propensão do mal em todo ser humano. É a tendência da natureza decaída, herdada de Adão, que condiciona o homem para pecar.

O pecado se originou num ato de livre vontade de Adão como representante da raça humana; que deixou o homem exposto ao juízo e castigo divinos. A natureza humana corrompida, herdada de Adão, é a fonte de onde mana todos os pecados praticados, que são os atos externos pecaminosos executados por meio do corpo. São também todos os maus pensamentos conscientes e palavras e atitudes pecaminosas cometidos individualmente.

IV - CLASSIFICAÇÃO DOS PECADOS PRATICADOS.

O ‘pecado original’ é um só, enquanto que o pecado praticado dividi-se em diferentes classes que inclui atos e atitudes. É impossível classificar todos os pecados praticados, pois variam de classe e de grau. A mais extensa lista de diferentes classes de pecados mencionados na Bíblia é apresentada pelo apóstolo Paulo em sua epístola aos Gálatas. “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam”. (Gl 5. 19-21)

Cada classe dessa abrange uma infinidade de pecados. O novo Testamento determina a gravidade do pecado de acordo com o grau de conhecimento que se tenha a respeito dele. Os incrédulos, que vivem no pecado, porque ainda não tiveram um encontro com Deus, são culpados, sim aos olhos dEle; porém aqueles que já abraçaram o Evangelho, são muito mais culpados quando pecam. (Mt 10.15; Lc 12.47, 48; Jo 19.11; At 17.30; Rm 1.32; 2.12; 1 Tm 1.13, 15, 16)

O pecado pode ser tanto por comissão (querer) como por omissão (consentir). Isto quer dizer que aquele que não faz o bem que deveria fazer, é tão pecador diante de Deus quanto aquele que derrama o sangue do seu próximo.

Podemos citar alguns exemplos de pecados que o homem pode cometer.

    POR PENSAMENTO:
Pensamentos impuros que levam o homem a invejar ou desejar algo ou alguém. Este tipo de pensamento gera no coração a lascívia que é a sensualidade. (Mt 5.28)

    POR OBRAS: Atitudes que vão de encontro à Palavra de Deus; maus testemunhos que causam transtornos a Igreja, encadeando em muitos escândalos. (Mt 7.23)

    POR OMISSÃO OU CONIVÊNCIA: Quando sabemos que alguém que está sob nossa autoridade está cometendo algum pecado e não tomamos uma providência, estamos nos omitindo e sendo conivente com o erro daquela pessoa o que também nos torna culpados. (At 5.1-10)

    VOLUNTÁRIO: É quando o pecado já se tornou habitual para o pecador, ele já está tão acostumado com isso que se tornou algo natural. A sua consciência não mais o acusa. Isso acarretará no distanciamento do Espírito Santo da vida do individuo, levando-o a não reconhecer seus erros, pois é o Espírito Santo que convence o homem do pecado. (Rm 8.5a)

V - O PECADO E O CRENTE

Quando aceitamos ao Senhor Jesus como nosso salvador, compreendemos com mais facilidade a gravidade e as conseqüências do pecado. A descoberta de que após aceitarmos a Jesus e sermos novas criaturas e ainda assim, estarmos sujeitos a pecar, é uma grande lição preventiva para o crente evitar o pecado.

Muitos irmãos pensam que por agora terem tido um encontro com o Senhor não pecam mais. Baseiam-se erroneamente em 1 Jo 3.9, que diz:

“Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; não pode pecar, porque é nascido de Deus”. Neste trecho o apóstolo João está dizendo que quem tem um verdadeiro encontro com Deus não pode levar uma vida de pecado, ele não está afirmando que o crente não peca mais, pois temos livre-arbítrio para escolhermos entre o bem e o mal.

Vejamos o que diz o mesmo apóstolo no capítulo primeiro da mesma epístola. “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados, e nos purificar de toda injustiça”. (1 Jo 1.8,9)

Infelizmente é possível o crente pecar. A bíblia expõe este fato com veemência. No Novo Testamento há capítulos inteiros sobre este assunto, como, por exemplo, Romanos 7 e 8, que mostra o conflito interior do crente entre a natureza divina que nele habita e a sua natureza humana pecaminosa, mostrando a possibilidade do crente vir a pecar.

VI - QUAL A CAUSA DO PECADO DO CRENTE

Há muitas causas que levam o crente a pecar, porém vou citar apenas as três principais.

    A nossa natureza pecaminosa. (Rm 7.21-25)
    O mundo que está sob o domínio de satanás. (1 Jo 2.15-17, 5.19)
    Falta de oração e de um minucioso estudo das escrituras. (Ef 6.10-18)

O crente que não tem uma vida de oração e não medita na palavra de Deus fica vulnerável tornando-se uma presa fácil do inimigo.

VII - AS CONSEQUENCIAS DO PECADO.

Há muitas conseqüências do pecado na vida do crente, podemos destacar algumas delas.
    Perda da comunhão com Deus (1 Jo 1.5,6; Sl 51.11)
    Motivos para os incrédulos blasfemarem de Deus. (2 Sm 12.14)
    Perda do Galardão. (1 Co 3.13,15)
    Possível morte prematura. (At 5.1-11; 1 Co 11.30)
    Dar maus exemplos. (1Co 8.9,10)
    Endurecimento do coração. (Hb 3.13)

VIII - COMO DEVEMOS LIDAR COM O PECADO.

    Reconhecê-lo (Sl 51.3)
    Evita-lo (1Tm 5.22)
    Detesta-lo (Jd v.23)
    Resistí-lo (Tg 4.7,8)
    Confessá-lo, buscando o perdão de Deus (1 Jo 1.9)
    Abandona-lo (Pv 28.13)

Queridos irmãos cabe a nós como novas criaturas nos desviarmos do mal, não dando lugar para que o inimigo plante a semente do pecado em nossos corações. Somente com muito jejum, oração e meditação na palavra de Deus é que obteremos forças para resistir às ciladas malignas e vencer o pecado que está a espreita querendo destruir a nossa vida espiritual.


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