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A FORÇA PRÁTICA DA FÉ
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Publicado em: 1/5/2008
Por: Monika Alves de Almeida Picanço
1ª Igreja Batista de Itanhaém - Itanhaém/SP
monikapi@uol.com.br
 


Texto:
Romanos 3.22- 26
22 Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. 23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 24 Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. 25 Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; 26 Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus
Hebreus 11. 1-3;6

1 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. 2 Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. 3 Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. 6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.

Gênesis 15. 5-7
5 Então o levou fora, e disse (a Abrão): Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. 6 E creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça. 7 Disse-lhe mais: Eu sou o SENHOR, que te tirei de Ur dos caldeus, para dar-te a ti esta terra, para herdá-la.

Colossenses 3.15; 23-24
15 E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. 23 E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, 24 Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.

Habacuque 3. 17-18
17 Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; 18 Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.

João 4.14
14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.

Idéia central do texto: É preciso sempre acreditar na força da fé e agradecer, antecipadamente, por graças almejadas. Agradecendo antecipadamente, assegura-se que se alcance as graças pretendidas, pela fé, na firme convicção que Deus é Pai, justo e misericordioso, escudo e proteção.

Objetivo geral: conforto e confiança.

Objetivo específico: fortalecimento da fé e plena confiança em Deus, pela pregação da Palavra e testemunho pessoal.

Introdução: No dia-a-dia do cristão, tantas são as atividades, problemas, tarefas a resolver, em casa, no trabalho, nos estudos, enfim, em todas as atividades, que, quando perguntado se acredita em Deus, responde sem titubear: “ - Claro, sou cristão, acredito em Deus e em Jesus!”. No entanto, de que tamanho e intensidade é essa fé? Você acredita, de maneira forte e firme, antecipadamente, de que receberá mesmo aquelas graças que tanto almeja, e, se assim é, porque se preocupa tanto?

Esboço:
I – A prova das coisas que se não vêem - Hebreus 11. 1-3;6 / Habacuque 3. 17-18

    Em primeiro lugar, destaco aqui a importância de se crer verdadeiramente, não só naquilo que se possa ver, mas acreditando que Deus beneficia, a qualquer momento.

II – A justiça para os que crêem - Romanos 3.22- 26 / Colossenses 3.15; 23-24

    Em segundo lugar, dou meu próprio testemunho de como a fé, quando genuinamente praticada, traz resultados àquele que crê em Deus e em Sua justiça e misericórdia.

III – Crendo e agradecendo, primeiro; recebendo, depois! - Gênesis 15. 5-7 / João 4.14

    Neste último tópico, destaco a importância de se agradecer antecipadamente a Deus, ao pedir algo que se almeja, já que a fé real é uma certeza antecipada de algo que se espera d’Ele.

Conclusão: Uma crença não seria fé, se não fosse uma confiança no futuro e uma extrema certeza de que Aquele Pai, misericordioso e vigilante, justo na medida certa, sempre provê, pois já diz a Palavra : Qual o pai, em que o filho, pedindo pão, lhe dará pedra? Ele diz, porém: “- Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei!” (Pr. 9.5). Portanto, pratique sua fé, pois é com a prática que se obtém resultado. Um resultado hoje, outro amanhã, e, quando menos se espera, será a rocha firme, onde o Cristo disse que construiria Sua Igreja, um só corpo. Quantos pedidos você já fez e os teve atendidos? E quantas vezes, não duvidou de que conseguiria? A Luz de Deus nunca falha...!

A FORÇA PRÁTICA DA FÉ


Introdução:

    No dia-a-dia do cristão, tantas são as atividades, problemas, tarefas a resolver, em casa, no trabalho, nos estudos, enfim, em todas as atividades, que, quando perguntado se acredita em Deus, responde sem titubear: “ - Claro, sou cristão, acredito em Deus e em Jesus!”. No entanto, de que tamanho e intensidade é essa fé? Você acredita, de maneira forte e firme, antecipadamente, de que receberá mesmo aquelas graças que tanto almeja, e, se assim é, porque se preocupa tanto? Porque fica com medo de não conseguir passar naquela prova, receber aquela promoção, aquele aumento de salário, conseguir aquele novo emprego tão cobiçado, ser feliz no namoro, no casamento, ter paz e harmonia em família, curar-se daquele problema de saúde, que se arrasta, aparentemente sem solução?

I – A prova das coisas que se não vêem - Hebreus 11. 1-3;6 / Habacuque 3. 17-18

    Não há amor maior do que aquele que dá a vida por seu irmão. E, ainda, maior amor não há, do que aquele que oferece seu filho unigênito pela redenção de Sua criação! E, quando Deus Pai sacrificou o Seu cordeiro, levou o Cristo ungido, mas deixou-nos o Consolador Eterno. E tanto o Cristo, como o Consolador, nos dizem: “ - Pedi e recebereis!”

    Que fé seria a nossa se acreditássemos apenas no que já vemos ou temos? Quando pedimos com fé, sabemos que Deus, na hora certa, da maneira certa, nos ofertará, conforme nosso preparo e merecimento.

    Há anos, tenho trabalhado em diferentes áreas e, praticamente, nos últimos três ou quatro anos, vinha pedindo a Deus que me mostrasse qual o dom que Ele realmente queria aproveitar em mim, de forma mais produtiva e que através dele, eu O servisse. Trabalhei, sempre confiando, mas nem sempre obtendo a satisfação desejada em meu íntimo, em meu coração. Porém, seguia, aproveitando e cavando oportunidades, aqui e ali...( Habacuque 3. 17-18: 17 Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; 18 Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.)

    Com mais de 40 anos de idade, com algumas dificuldades, inclusive problemas de saúde, resolvi voltar aos bancos de faculdades, mesmo já tendo outra formação e começar de novo, com fé! Fui mais além: resolvi abraçar um sonho e mudar de cidade, sair da cidade grande e ir morar em uma cidade, com mais contato com a natureza e próxima ao mar, que tanto amo, por me lembrar sempre da grandeza do Criador. O mar, onde Jesus, muitas vezes, pregou a seus discípulos e ao povo...

    Acreditei que um momento novo e grandioso chegaria, cedo ou tarde...mesmo ainda não o vendo, só vislumbrando em meus anseios...

II – A justiça para os que crêem - Romanos 3.22- 26 / Colossenses 3.15; 23-24

    Não perdi por esperar. Ao chegar na nova cidade, encontrei um curso, que há muito almejava fazer, e que muito me aproximou de meus Deus, aumentando ainda mais minha fé.

Foi crescendo em mim, em paralelo, a vontade de lecionar, já que sempre recebia incentivo de colegas e professores, para abraçar essa nova profissão. Mas, não sabia como poderia fazer isso. Claro que espalhei alguns currículos, conversei com pessoas, mas o tempo passava e nada acontecia...

    Na noite de reveillon, na virada de 2007 para 2008, à beira-mar, entreguei minhas aflições a Jesus, a Deus e pedi, com fé: - “Senhor, esse ano, me mostre, em definitivo, o que quer que eu faça, em Seu nome e Sua glória!” E, acrescentei : - “Muito obrigada, pois sei que a Luz de Deus nunca falha!”

    A resposta não tardou. Agradeci, antecipadamente, pois tinha certeza de que a resposta viria, cedo ou tarde, mas viria. Tinha essa convicção.

(Colossenses 3.15; 23-24 - 15 E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.23 E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, 24 Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.)

    Menos de um mês depois, fiquei sabendo de um processo seletivo e resolvi participar. Era minha chance de ter meu primeiro emprego, lecionando. Aos 46 anos de idade! Qual não foi minha alegria, quando soube do resultado: havia passado em primeiro lugar! Como Deus havia trabalhado! Como Deus foi Pai, justo e misericordioso!

III – Crendo e agradecendo, primeiro; recebendo, depois! - Gênesis 15. 5-7 / João 4.14

    Ora, não demonstramos nossa fé, verdadeiramente, se não a praticarmos no dia-a-dia, se não a tivermos arraigada, enraizada, em nossas mentes e corações.

    Um grande exemplo, nas Sagradas Escrituras, é a fé que teve Abrão (Gênesis 15. 5-7- 5 Então o levou fora, e disse (a Abrão): Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. 6 E creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça. 7 Disse-lhe mais: Eu sou o SENHOR, que te tirei de Ur dos caldeus, para dar-te a ti esta terra, para herdá-la.), entre outros inúmeros exemplos, que nos tomaria muito tempo a descrevê-los.

    Jesus nos deixou a promessa de ser uma fonte de água viva, a jorrar infinitamente, em nossas vidas (João 4.14 - 14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.). Então, porque titubearmos em nossa fé?

Conclusão:
    Nossa crença fé não seria, se não fosse uma confiança no futuro e uma extrema certeza de que Aquele Pai, misericordioso e vigilante, justo na medida certa, nos provê, pois já nos diz a Palavra : Qual o pai, em que o filho, pedindo pão, lhe dará pedra? Ele nos diz, porém: “- Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei!”(Pr. 9.5). Portanto, pratique sua fé, pois é com a prática, que se obtém resultado. Um hoje, outro amanhã, e, quando menos se espera, será a rocha firme, onde o Cristo disse que construiria Sua Igreja, um só corpo. Quantos pedidos você já fez e os teve atendidos? E quantas vezes, não duvidou de que conseguiria? A Luz de Deus nunca falha...!
    
BIBLIOGRAFIA:

http://www.bibliaonline.com.br – acesso em 05/03/2008 – tradução: Almeida corrigida e fiel, 1994.

LEITE, Alan Sidney (gerência editorial); SIQUEIRA, Neyd V. (tradução) et al. A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.

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