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SABEDORIA, CONHECIMENTO E ENTENDIMENTO
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Publicado em: 6/7/2009
Por: Gilberto
batista - Uberlândia
joaogil62@hotmail.com
 

SABEDORIA, CONHECIMENTO E ENTENDIMENTO
O DESEJO DE DEUS!


“Disse Deus a Salomão: Porquanto foi este o desejo do teu coração, e não pediste riquezas, bens ou honras, nem a morte dos que te aborrecem, nem tampouco pediste longevidade, mas sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei,” 2ª Cr. 01:11. – “Disse-lhe Deus: Já que pediste esta coisa e não pediste longevidade, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos; mas pediste entendimento, para discernires o que é justo; 1ª Rs. 3:11.

INTRODUÇÃO:

Após assentar-se no trono de seu pai, o grande rei Davi, Salomão estava atordoado de espírito, pois, encontrava-se diante da grande nação de Israel, para exercer juízo e governo, ele sabia que não poderia fazê-los, sem o auxílio do Verdadeiro rei dos Judeus, destarte, aproxima-se de Deus em oração.

Humildemente, reconhece sua pequenez e fragilidade de seu ser, e clama a Deus, o Deus dos patriarcas, “... ó SENHOR, meu Deus, tu fizeste reinar teu servo em lugar de Davi, meu pai; não passo de uma criança, não sei como conduzir-me.” 1ª Rs. 3:7.

Características que denotam uma criança são: fragilidade extrema, total dependência de seus pais, plena confiança em seus mestres, desprovida de toda sorte de possessões; assim sentia-se Salomão, dependente, frágil, fraco, porém, com inteira confiança no Deus de Davi seu pai.

Uma urgente necessidade do salvo, é buscar a Deus, em completa confiança, submetendo-se em obediência às leis divinas e verdadeira humildade, isto confere ao crente no Senhor Jesus Cristo, disposição para aceitar Seu senhorio, é ainda um estado de dependência ao Seu governo soberano.

Reis e pessoas que possuem um status aceitável se julgam tão importantes, que não desejam se submeterem a ordenanças superiores, nem mesmo de Deus, contudo, o Rei de mais alto poder e importância, que o mundo jamais conheceu igual, proferiu estas santas palavras a Pilatos: “... Nenhuma autoridade terias... se de cima não te fosse dada...” Jo. 19:11.

Reconhecer a preeminência de Deus, em todas as áreas da vida, obrigatoriamente, deve ser o alvo do crente no Senhor Jesus Cristo, se fossemos ao evangelho segundo João, leríamos uma verdade elucidativa, à dependência divina “... sem mim nada podeis fazer...” Jo. 15:05. Uma atenção mais próxima faz-se necessária neste versículo, nada podemos fazer, no sentido de produção de espirituais e duradouros frutos na vida cristã, que cumpram o nobre ideal cristão, de glorificar o Nome de Deus, e trazer edificação à igreja de Cristo.

Certamente, é esta verdade, contida em 1ª Pedro 4:11, “Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!”.

Na verdade, a própria salvação do pecador, consiste na real humilhação, dependência completa da misericórdia divina, arrependimento genuíno de pecados, crença no Deus único, e conhecimento do verdadeiro Deus:

1- (Humildade) “E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.” Lc. 15:21;

2- (Dependência) “Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna;” João 6:68;

3- (Arrependimento) “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar;...” 2ª Co. 7:10;

4- (Crença) (o homem cego de nascença.) “Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.” Jo. 9:38;

5- (Conhecimento do verdadeiro Deus) “... Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” 1ª Jo. 05:20. “Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mt. 22:37. “Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo,...” 2ª Pe. 2:20. “Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados;”. Hb. 10:26.

Quero concluir esta meditação, ciente que devo buscar entendimento e sabedoria de Deus, primeiramente para que possa ser salvo, e em segundo plano, para realizar as obras que Ele deseja para minha vida, e a de sua igreja de modo corporativo.


“... Não pediste longevidade,...”. 1ª Rs. 3:11a.

De fato, Deus conhece nossa estrutura, nosso ser, toda nossa vida Sl. 103:14 – os pedidos feitos a Ele em oração, quase sempre são alicerçados no egoísmo humano; deste modo, quando o rei Salomão foi entronizado, não haveria novidade alguma, se rogasse por vida longa, muito dinheiro e bens, e que seus inimigos morressem logo, para que tivesse um reinado de paz.

Atualmente, como em todas as áreas, também a medicina, tem experimentado verdadeiros avanços tecnológicos, e resultados surpreendentes. A perspectiva de vida nos dias de hoje, tem aumentado consideravelmente, e há que almeje ultrapassar os cem anos, entretanto uma coisa é certa, se nossos dias forem comparados com a eternidade, fica clara a efemeridade da vida.

O grande desejo dos corações humanos, não isentando aqueles já são salvos pelo Senhor Jesus Cristo, com certeza é ter vida longa, viver vários anos sobre a terra, poder ver e acompanhar a segunda e terceira geração..., isto leva-nos a um crescente número de pedidos de oração, abordando sempre a área da saúde, proteção contra acidentes em viagens, em face a intervenções cirúrgicas, por fim tudo que se relaciona ao nosso corpo e vida física, não queremos ver interrompido nossos preciosos dias, nem passá-los em dificuldades com doenças e morte.

Os súditos dos reinos do antigo oriente usavam uma expressão, que denota tal fato: “... Ó rei, vive eternamente!...” Dn. 2:4. Ter vida longa, se possível, eterna sobre a terra. Como veremos, o coração de Deus alegrou-se sobremaneira, ao ouvir o desejo do grande rei Salomão, até então desprovido do satânico e destrutivo orgulho, tal foi o contentamento divino, que Deus exclama: “te darei” até o que não pediste. 2ª Cr. 1:12.

A morte fará parte da vida de várias pessoas, principal e certamente dos descrentes no Senhor Jesus Cristo, estes seguramente passarão pela morte física e espiritual – esta verdade deveria despertá-los e levá-los a clamarem “... salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.” Jr. 17:14.

“... nem riquezas,...”. 1ª Rs. 3:11a.

A inquietação e a ansiedade em geral, é viver muito como visto, e ganhar dinheiro, muito dinheiro. O amor desenfreado pelo dinheiro tem levado muitos, próximo à loucura. Muitos pais e mães de família sacrificam suas melhores horas no trabalho, as empresas para cumprirem suas metas de acumular mais e mais riquezas, em nome de reduzir custos, reduzem funcionários, e os que ainda se mantém empregados, são cada vez mais exigidos, mais sugados, e muitos exercem papéis de dois ou mais colegas que não mais fazem parte do quadro.

Pedido por novas compras, por novas aquisições, tem preenchido um bom espaço nas listas de orações. Orem para que eu possa comprar isto, e aquilo também, algumas vezes os pedidos são egoístas, para esbanjar, comparar-se aos outros, um consumismo que foge ao principio bíblico de 1ª Tm. 6:8: “tendo sustento e com que no vestir, estejamos contentes” e Tg. 4:3 “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.”.

Felizes foram as gerações, que não tinham Shoppings Center, com sua fábrica de construir pessoas descontentes, egoístas, maus administradoras de seus recursos financeiros, endividadas, sem domínio próprio, que são levadas pelo primeiro impulso de consumismo, e aquisição daquilo que não precisam – senão para satisfação do ego, e da sedução.

Se Salomão, filho de Davi, tivesse pedido por mais possessões materiais, mais pares de sapatos e tênis, mais roupas da moda e da nova estação, mais jóias, mais bugiganga eletrônica, mais isto ou aquilo, que a mídia dizia que ele precisava, Deus não ficaria surpreso nem alegre, pois, muitos de nós buscamos incessantemente, pelo acúmulo de bens matérias, também pudera, pensar erroneamente que viveremos sobre a terra eternamente, como visto no tópico anterior, requer que destruamos nossos celeiros, e os construamos maiores, para caber trinta pares de sapatos, cinqüenta novos vestidos, vários relógios, anéis, brincos, pulseiras, vários veículos na garagem... Deus chama de louco aquele que pensa desta forma. Lc. 12:18-21.

Graças ao Deus de Davi, que ele reservou para si, aqueles que não se curvaram ante o deus riqueza, o deus consumismo, o deus do gasto compulsório, o deus do descontentamento com as possessões, - sim o Deus de Salomão, tem servos e servas que não se preocupam somente com o seu bolso e estômago, mas com o envio de auxilio e oferta aos missionários e pregadores do santo evangelho.

Existem aqueles que dirigem a seguinte oração ao Deus do rei Salomão: aumente meu ganho o Soberano do universo, para que eu possa aumentar minha participação nos cofres da tua obra! – esta oração só é válida, para o verdadeiro coração, que já exerce a fidelidade no pouco, pois, o infiel que pede mais, para que possa começar a ofertar, está tentando barganhar e enganar a Deus, pensando em aumentar seus lucros.

“... nem a morte de teus inimigos;” 1ª Rs. 3:11a.

O que você faz com seus inimigos, o que faz com aquelas pessoas que não satisfazem seu ego e caprichos, o que faz com aqueles que não são como você desejaria que o fossem, sente ódio cruel, ora para que Deus os amaldiçoe?

Quando se lembra de alguém, que não faz parte dos grupos que considera colegas e amigos, sente ódio, raiva, desejo de vingança? Deseja que Deus derrame sua ira sobre ele, sobre seus bens, sobre seus familiares? Deseja que perca o emprego, mude de cidade, ou até morra?

Qual o padrão que você utiliza, para julgar atitudes e comportamento de seus inimigos? Condenando suas atitudes, suas práticas, seus pecados; não estaria condenando a si mesmo? “... Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.” Rm. 14:22. = (Infeliz é aquele que se condena naquilo que não aprova!).

Quando resolve por si só, baseado no egoísmo, aplicar disciplina sobre aquele que considera seu real inimigo, não estaria incorrendo em pecado? Como condenar o pecado de outros, pecando em outra área e de outra maneira? “Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro (cisco) do teu olho, não vendo tu mesmo a trave (coluna) que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” Lc. 6:42.

O que você faz com seu inimigo? Se ele é classificado como inimigo, sendo você um crente no Senhor Jesus Cristo, pode ser que tal pessoa não seja um crente, que tal ter um nobre sentimento por tal miserável, e clamar ao Poder do céu, para que o conceda arrependimento e fé, e que esse olhe para o Senhor Jesus Cristo, creia no seu vicário sacrifício, obtenha o perdão de seus pecados, receba o dom da vida eterna, passe a fazer parte da família de Deus, e enfim – possa glorificar a Cristo, e seja agora seu amigo e irmão, não mais seu inimigo, e juntamente com você, possa contagiar pessoas com o amor de Deus!

Agora é sempre bom fazer uma análise nas duas extremidades do espectro, se tal inimigo seu, claramente é um crente no Senhor Jesus Cristo, não obstante o caráter dele não passe no seu crivo moral, pode ser que Satanás está promovendo tal inimizade entre você e está pessoa.

Cabe aqui uma advertência para os filhos de Deus, policiem com maior avidez sua vida e relacionamento com os que são de fora, para que em todas as coisas, o nome de Deus não seja blasfemado. Cl. 4:5.

Todavia, meu irmão crente no Senhor Jesus Cristo, nós não estamos imunes de cometer pecado contra o incrédulo, e se por algum motivo pecarmos contra ele, se possível for, devemos procurar a reconciliação, se isto não for possível, devemos tratá-lo bem, servi-lo quando necessário, não usar de palavras duras, evitarmos críticas desnecessárias, e a vingança pessoal. “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens;” Rm. 12:18.

Não devemos pedir a maldição de Deus, para a vida daqueles que não nos agradam, não fomos chamados para rogar que fogo desça dos céus, e consuma nossos opositores, não foi para isto que fomos salvos, se Deus tivesse que consumir aquela pessoa que nos trata mal, certamente teria que destruir a nós também, pois, infelizmente, também transgredimos a Lei!

O desejo primário de Deus, é salvar as almas dos pecadores, não consumi-los, pelo simples fato de não nos agradar, e não fazerem parte do rol de nossos amigos e colegas, meditemos nesta verdade. Lc. 9:56.

O que dizer da inimizade entre dois salvos, “Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?” 1ª Co. 3:3. Somente a classificação de mundanos, seria apropriadamente utilizada para tal casualidade, e como mundanos, aplicasse todo o procedimento para os tais.

“... mas pediste entendimento, para discernires o que é justo;” 1ª Rs. 3:11b.

Felizmente o sábio rei Salomão ciente que devia buscar entendimento e sabedoria de Deus, primeiramente para que pudesse ser salvo, e em segundo plano, para realizar as obras que Ele deseja para sua vida, e a de sua nação de modo corporativo, pede ao Deus de seu pai Davi, iluminação para exercer as atribuições que o reinado da grande nação israelita demandaria.

Sem entendimento e sabedoria concedidos por Deus, o homem não pode realizar obras no âmbito espiritual, pois, as obras do reino de Deus, são executadas por meio do Espírito Santo, em Cristo, porque Ele é a videira verdadeira, e fora dele, não pode haver obras espirituais que perdure e O exalte. Jo. 15:1.

Após receber a informação, sobre o modo pelo qual Deus age na humanidade, e através da humanidade, o homem deve praticar a instrução divina ali contida, entretanto, há um grande problema, os desígnios de Deus, são completamente santos, separados de todo pecado e injustiça, - como, pois, exercer o planejamento e obedecer as Leis divinas, uma vez que as escrituras asseguram que não há justo, nem um sequer? Rm. 3:10.

Novamente, precisamos reportar-nos aos ensinamentos escriturísticos, e verificarmos como se processa a salvação do pecador.

Segundo a Bíblia, Deus criou o homem Adão bom, sem pecado e possuidor do livre-arbítrio, porém, este se meteu em varias astucias, perdendo assim o estado original de santidade, comunhão com o Criador, e experimentou finalmente a morte física e espiritual, juntamente com sua mulher Eva. Ec. 7:29, Gn. 3:11, Is. 59:2, Gn. 5:5, Ef. 2:1.

Desta feita, Deus que é riquíssimo em amor e misericórdia, deu iniciativa à salvação do homem agora morto em delitos e pecados Gn. 3:9, 21 – esta salvação começa com o entendimento intelectual, pois, como compreender se não houver capacidade de conceber e entender as coisas?

Um Deus inteligente, salvando pessoas inteligentes, necessariamente possui um plano e método inteligente, e as escrituras é o canal, por meio do qual, Deus pode revelar as maravilhosas verdades concernentes à nossa salvação.

O indizível plano salvífico, de Deus para a humanidade, tem como centro, a pessoa e obra do Senhor Jesus Cristo, sem os quais, ficam para sempre esquecidas as chances, e possibilidades de salvação, seja de quem quer que seja, onde quer que seja em todos os tempos e épocas. At. 4:12, Sl. 49:7,8, Rm. 2:12.

Após receber a salvação totalmente pela graça de Deus, agora e somente agora, o homem até então morto e incapaz de produzir a justiça e gloria de Deus, esta apto para discernir e exercer justiça e reto juízo.

Somente depois de receber a salvação, Salomão pôde obter entendimento, para discernir o que era justo, isto redundou em honra e glória ao Deus de seu pai Davi, durante todo o tempo em que fiel, O servia.


Concluindo esta matéria, cientes estamos que a busca por entendimento e sabedoria de Deus, são essencialmente vitais para nossa salvação, e em segundo lugar, para a realização das obras que Ele quer para nossas vidas, e a vida de seu povo, a igreja de Cristo.



Entendimento:

Faculdade de conceber e entender as coisas; Capacidade de julgar (de entender).






Dt. 04:06 “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente.”

Jó 28:28 E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento.

Sl. 32:9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.

Sl. 119:34 Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei; de todo o coração a cumprirei.

Is. 11:2 Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.

Sl. 111:10 O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre.

Pv. 2:6 Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

Mq. 6:9 A voz do SENHOR clama à cidade (e é verdadeira sabedoria temer-lhe o nome): Ouvi, ó tribos, aquele que a cita.

Cl. 2:3 em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos.

Tg. 1:5 Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.

Tg. 3:17 A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.

2 Pe. 3:18 antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.

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