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Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados
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Publicado em: 17/10/2003
Por: Claunísio Amorim Carvalho
Assembléia de Deus - Vila Palmeira 1 - São Luís - MA
claunisio@hotmail.com
 

TEMA: “DEUS NÃO CHAMA OS CAPACITADOS, MAS CAPACITA OS CHAMADOS.”
TEXTO ÁUREO: “...A NOSSA SUFICIÊNCIA VEM DE DEUS.” 2 CO 3.5


    É muito comum ouvirmos alguém falar: “Deus está chamando”, ou “sou chamado por Deus”. A chamada (ou chamado) é real; mas em que consiste? Por que tantos homens desobedecem ao chamado de Deus? E, se Deus sabe que muitos rejeitarão o Seu chamado, por que os chama?
    
    Chamada é o ato pelo qual Deus estende ao ser humano Seu convite para assumir um relacionamento salvífico.
    Existem dois tipos de chamada: a inclusiva e a exclusiva.

    Chamada Inclusiva – Esta é dirigida a todos os homens, indistintamente, e parte do amoroso coração de Deus, que “amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16), “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pe 3.9). Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.4). Esta chamada apresenta-se em três estágio diferentes:

a)     Geral – A chamada geral é dirigida da forma mais ampla possível: na revelação da criação e na consciência humana. Na “revelação da criação” todos são convidados a prostrarem-se diante do Rei do universo, pois “os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Sl 19.1). “Porque os atributos de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas...” (Rm 1.20). O Senhor “não deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem” (At 14.17) a todos. No Salmo 8, o salmista fica pasmo diante da excelência do poder criador de Deus e da beleza das obras criadas, e se rende em adoração. A “revelação da consciência” é de âmbito geral, compreende todos os homens (Rm 2.12-16). É chamada por alguns filósofos de “Lei Moral”, por outros de “Lei da Natureza Humana” e ainda de “Lei do Certo e do Errado”. É o que costumamos falar de “voz da consciência”. Atua no ser humano como uma voz que está sempre dizendo “isto não está certo”, “você errou”, “vá lá e peça perdão”, “você fez o correto, não se preocupe”... Os homens que sempre obedeceram aos princípios morais que essa lei, que foi posta no homem por Deus, são testemunhados por Paulo da seguinte maneira: “Esses mostram a lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se” (Rm 2.15). Tanto a “revelação da criação” quanto a “revelação da consciência humana” servem até mesmo para aqueles que nunca ouviram falar de Deus, da Bíblia, de Jesus, do céu, do inferno, etc. “...Por isso, tais homens são indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus...” (Rm 1.20,21). Isso explica o que acontece com quem não teve a oportunidade de ouvir a mensagem de Deus. Infelizmente, a mancha do pecado torna os olhos e os ouvidos do homem quase que incapazes de atenderem a esse gigantesco chamado divino.

b) Especial – Esse chamado é de proporções menores, contudo, muito mais forte que o Geral. Acontece no momento em que o homem ouve a pregação da mensagem de Cristo. Isto se refere à obra que o Espírito Santo opera no homem, nesse importante momento, dando-lhe oportunidade (2 Co 6.2) de exercitar a fé em Cristo. Deus chama: “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!” (Jr 22.29). Deus para a salvação convida as pessoas individualmente (Mt 9.9; Lc 18.22; Jo 4.10; At 16.31; 17.30), assim como as multidões (Mt 11.28), tanto pobres (Lc 4.18) como ricos (At 26.28,29), sábios ou ignorantes (Rm 1.14; At 17.16-31). Este convite pode ser atendido pelo homem, através da fé (Rm 10.17), ou simplesmente rejeitado (Mt 19.22; 1 Co 1.18). “Vós sempre resistis ao Espírito Santo, assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis. Qual dos profetas vossos pais não perseguiram?” (At 7. 51,52); “Quando do céu se manifestar o Senhor Jesus... tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho.” (2 Ts 1.7,8). Este tipo de chamada transparece em passagens das Escrituras como as seguintes: “Mas, porque clamei e vós vos recusastes...” (Pv 1.24) e “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt 22.14), o que pode acontecer também com um que aceita e depois se desvia de Deus.

c) Eficaz – É o chamado prontamente atendido, que nos convida a embarcarmos no barco da fé, a provarmos o Dom celestial e abre as portas para o conhecimento fundamental de Deus, do mundo e do homem, além do serviço cristão. É a aplicação da graça de operada pelo Espírito, de maneira que o indivíduo recebe o perdão dos pecados e a vida eterna. Aceitar a esse chamado e a ele ser fiel até o fim (Ap 2.10), só virá para confirmar a nossa escolha feita por Deus. “E aos que predestinou, a estes também chamou” (Rm 8.30).

    Chamada Exclusiva – É aquela na qual Deus escolhe determinadas pessoas para ocuparem determinados lugares ou realizarem determinadas obras.
    Em Antioquia, estavam ali, cinco homens de Deus (At 13.1,2), orando e jejuando. E o Espírito usou alguém para dizer que havia escolhido a Saulo e Barnabé dentre os cinco, a fim de os enviar para o campo de missões. Isso não quer dizer que eles dois fossem superiores, melhores ou mais fiéis que os outros, mas que para aquela obra eram os ideais. Deus poderia ter chamado qualquer um dos outros três, porém, preferiu daquela forma. Ninguém pode contestar a vontade dEle.
    O Senhor, ao longo das Escrituras está sempre escolhendo homens para executarem Seus propósitos: Noé (Gn 6.13,18), Abrãao (Gn 12.1,2), José (Gn 45.5; 50.20), Moisés (Êx 3.10), Josué (Dt 31.3; Js 1.2), Eúde (Jz 3.15), Gideão (Jz 6.12), Davi (1 Sm 16.12), Jeremias (Jr 1.5), Jonas (Jn 1.1,2), Paulo (At 9.15), etc. Muitos homens, ao longo de toda a história foram usados por Deus para realizarem Suas obras, e continuam sendo usados hoje. Encontramos, na Bíblia, casos de homens que foram escolhidos no ventre materno (Is 49.1; Jr 1.5; Lc 1.15,31; Gl 1.15). Outros, surpreendentemente foram chamados muito tempo antes de nascerem, como foi o caso de Josias, cerca de três séculos antes (1 Rs 13.2), e Ciro, dois séculos antes de nascer (Is 44.28).

Você é chamado
    Todo cristão é chamado por Deus. Todo cristão recebe muitos chamados de Deus. Há o chamado abrangente de Deus, Seu chamado para uma vida santa, Seu chamado para compartilhar futuramente a glória de Deus e das recompensas do céu, e seu chamado para a sua vocação e situação na vida.
    O chamado da salvação de Deus é para o arrependimento (Lc 5.32), das trevas para a maravilhosa luz (1 Pe 2.9), pela graça de Deus (Gl 1.6), com santa vocação (2 Tm 1.9), para a paz (1 Co 7.15; Cl 3.15), para a liberdade (Gl 5.13), para a comunhão com Cristo (1 Co 1.9), e para a vida eterna (1 Tm 6.12). Tendo sido chamado para pertencer a Jesus Cristo (Rm 1.6), você é, então, chamado para viver em santidade (1 Ts 4.7), para ser santo (Rm 1.7), para ser piedoso (2 Pe 1.3), e para herdar as bênçãos (1 Pe 3.9).
    Todo cristão é chamado para servir. O chamado geral de Deus para o serviço é para todos, e cada um de nós tem um lugar de serviço especialmente designado. Cada um é uma parte especial do corpo de Cristo e tem uma função específica (1 Co 12.27). Cada um faz parte do edifício de Deus (1 Co 3.9) e tem seu próprio lugar (1 Pe 2.5). Devemos ter em mente que o chamado de Deus é segundo o Seu propósito (Rm 8.28), por isso, devemos conhecer qual o propósito, a vontade de Deus para a nossa vida. “Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor” (Ef 5.17).
    Todo cristão é enviado por Cristo como Cristo foi enviado pelo Pai (Jo 20.21). Cada um que respondeu ao Seu chamado para “vir” é responsável pela Sua ordem de “ir”. A frase, “e eis que estou convosco”, é para os que obedecem ao chamado para “ir”, no versículo anterior (Mt 28.19,20). Não somos chamados para ir até as mesmas pessoas ou lugares, mas todos somos chamados para ir. Ninguém está isento.
    Ninguém pode substituir você. Ninguém pode jamais fazer todo o seu trabalho por você. Deus lhe deu um ambiente especial e um conjunto específico de experiências da Sua fidelidade, além de uma personalidade, e Ele investiu a Sua misericórdia e graça em você de modo que possa abençoar algumas pessoas mais do que qualquer outro poderia. Você é o instrumento mais perfeito de Deus para algumas tarefas. Você tem o seu próprio papel a desempenhar no plano de Deus, e ninguém pode substituir você. Nenhum de nós tem o direito de concluir: “Se eu não obedecer a Deus, algum outro me substituirá”. É verdade que a obra de Deus não pára por causa de um que não quer obedecer, pois quando um não quer ou não pode mais, Deus levanta outro. Mas, se você deixar de obedecer a Deus, haverá uma brecha no trabalho dEle (Ez 22.30). Existem muitas brechas na obra de Deus ao redor do mundo hoje.



Serviços na obra de Deus

    “E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11).

    Missões – Uma vez que “apóstolo” significa “enviado”, e o próprio Cristo, como enviado de Deus é chamado de Apóstolo (Hb 3.1), concluímos que este vocábulo refere-se àqueles que foram enviados para um determinado campo, levando a Palavra aonde havia escassez da mesma, e ali, instalaram-se, ganharam almas, fundaram um trabalho e pastorearam os discípulos. Os “missionários” são ao que mais se aproximam dos apóstolos de outrora. Nem todos são chamados para essa obra, na sua esfera transcultural, mas todos podem ser missionários em sua própria cidade.
    Pregação – “...outros para profetas...” Todos sabemos que o ministério dos profetas, na Antiga Aliança, perdurou até João Batista (Lc 16.16), e consistia em receber uma revelação divina, a fim de transmiti-la ao povo, quer a respeito da sua situação atual como da futura. No Novo Testamento, encontramos homens ainda profetizando (At 11.27,28; 1 Co 12.10; 14.1; 1 Tm 4.1); não, porém, da forma ministerial como no AT. Deus, pelos dons espirituais, ainda usa em profecia. Bem, mas se tivéssemos que usar, sem forçar, o texto de Ef 4.11, onde se diz que Deus concedeu uns para profetas, e, se sabemos que o ofício profético consistia, não somente entregar uma mensagem de Deus ao povo, diríamos que “profetas” fica bem próximo de “pregadores”, pelo fato de estes últimos serem os que atualmente entreguem a mensagem de Senhor aos ouvintes, com a vantagem de ainda poderem profetizar, na medida em que forem usados por Ele. Não obstante ao fato de todos terem condições, apoio e liberdade de pregarem a Palavra, o “ministério da pregação” não é para todos.
    Evangelismo – “...outros para evangelistas...” Isto é bastante claro. Atualmente, fazemos e promovemos muitos trabalhos de alcance evangelístico. O verdadeiro evangelista é aquele que tem sede pelas almas perdidas, a exemplo de Filipe (At 8.5). Todos são convidados para evangelizar, mas existem crentes dedicados exclusivamente a esse importante trabalho. Você pode ser um desses.
    Pastorado – “... outros para pastores...” Todos podem executar trabalhos de verdadeiros pastores de ovelhas, tais como cuidar dos outros, proteger os mais fracos, estender a mão aos aflitos e necessitados, ensinar bons exemplos, etc. Só que na organização da igreja, o “ministério pastoral” não ficou para todos, somente para os chamados por Deus, como o foi Arão (Hb 5.4). Portanto, no que diz respeito a esse importantíssimo ministério, nem todos são chamados.
    Ensino – “e mestres”. Apesar de a palavra “mestres” aparecer junta de “pastores”, dei-me à responsabilidade de colocá-la em separado. Às vezes, nos preocupamos só em pregarmos a Palavra aos perdidos, e quando estes aceitam, nos esquecemos de discipulá-los (Mt 28.19). Deus tem chamado a muitos para serem ensinadores, teólogos, professores de E.B.D., ministrantes de estudos, palestrantes, conferencistas, escritores de literatura cristã, seminaristas, etc.
    Música – O popular ministério do “louvor”. Deus escolhe e capacita pessoas para prestarem seus trabalho na esfera musical em Sua casa (1 Cr 15.16-24). É importante que a vida dos músicos, coristas e cantores seja um verdadeiro louvor, para que suas apresentações não venham a ser meras apresentações.
    Intercessão – O Espírito Santo, que intercede por nós (Rm 8.26), convida-nos para intercedermos por outros. Somos chamados a sermos homens e mulheres de oração (1 Ts 5.17; Ef 6.18; 1 Tm 2.1). existem pessoas cujo ministério prioritário é a intercessão.
    Beneficência Consiste no ministério da cooperação material, financeira. “Deus ama a quem dá com alegria” (2 Co 9.7). Existem irmãos que, às vezes, quase não aparecem, mas estão sempre ajudando a quem precisa. “...trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” (Ef 4.28). Cooperam com missões, dando ofertas, etc. Quem puder admitir esse ministério que o faça.
    Administração – Deus chamou e capacitou pessoas para liderarem, presidirem, coordenarem, comandarem os Seus trabalhos, seja na igreja, nos departamentos, na agências missionárias, nos seminários e faculdades de Teologia, nas convenções denominacionais, nas assembléias, etc.
    Outros serviços – Lembro que Deus chamou e capacitou a Bezalez e Aoliabe (Êx 35.30-35) para fazerem os utensílios do tabernáculo. Todos os trabalhos braçais, na obra de Deus, são também importantes. Os trabalhadores mais diversos como porteiros, vigias, zeladores, eletricistas, sonoplastas, recepcionistas, pedreiros, pintores, marceneiros, etc., são também capacitados e abençoados por Deus.

    Existem várias funções dentro do reino de Deus para nós, e cabe-nos compreendermos qual o papel (ou papéis) que devemos exercer. Você sabe pra que Deus lhe chamou? Se ainda não sabe, espere! Não se preocupe, não se sinta pressionado, nem com medo. Deus está preparando um lugar para você e você para um lugar. Jesus é inteiramente responsável por Sua Igreja. Mas não deixe de buscar a resposta.
    O que não devemos nos esquecer é que Deus realmente não chama os capacitados, embora use os dons naturais, o intelecto, a cultura e as habilidades do homem, dando a isto tudo um aperfeiçoamento, a fim de usá-lo em Sua obra. Mas a quem recebe o chamado de Deus, recebe também a unção especial para realizar o propósito do chamado de Seu chamado.
    Alguns julgaram-se incapazes quando recebera o convite divino para fazerem algo, como Moisés (Êx 4.10), Gideão (Jz 6.15), Saul (1 Sm 9.15-21) e Jeremias (Jr 1.4-10). Outros, ficaram temerosos quando foram chamados, como Jonas (Jn 1.2,3) e Ananias (At 9.13).
    Saiba-se que se Deus sabia que os Seus escolhidos eram fracos, pobres, tímidos ou qualquer outro tipo defeituoso, não os usaria se não os capacitasse também. Paulo diz que o seu trabalho foi muito grande e importante, mas reconhece que tudo era porque a graça de Deus estava com ele (1 Co 15.10). Jesus disse: “...sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15.5). Paulo conclui: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13).
    Não tenha medo de assumir o compromisso com Deus quando Ele lhe lançar um convite (ou mesmo uma ordem, pois é Ele quem manda), porque é Deus que opera em nós tanto o querer como o realizar (Fp 2.13). Ou seja, de Deus vem não só o desejo de fazermos algo com a capacitação e a oportunidade.
    Os grandes, os que se acham suficientes, se tornam fechados para a operação de Deus. Podem ser chamados de “impelidos”. A esse grupo, soma-se os preguiçosos (não se preparam, não lêem, não estudam, não vigiam, não oram, não ensaiam, etc.), os relaxados (Jr 48.10), os egoístas, os gananciosos, os vaidosos e os soberbos. Os impelidos sempre causam transtornos e frustrações. A obra cresce quando os chamados se fazem dignos de seus chamados.
    Deixo esta palavra a todos os “chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo” (Jd v.1). Considerem sempre isto: “Fiel é o que vos chama, o qual também o fará” (1 Ts 5.24).
    O poder, o amor, a moderação vêem de Deus (2 Tm 1.7), assim como a sabedoria (Tg 1.5), a oportunidade (At 27.24), a fé, os meios, os recursos e a motivação.
    Fique atento ao chamado de Cristo, talvez Ele já o fez e você estava cochilando (Ef 5.14), ou simplesmente não quis atender. Agarre a oportunidade, quando tiver certeza que é de Deus, não a desperdice (Cl 4.5), ela pode ser única... quem garante que não?!
    
    Deus nos abençoe e nos guarde no Seu infinito amor.
    
    Muito obrigado! Amém!







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