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Os efeitos e malefícios causados pela maconha
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Publicado em: 16/6/2011
Por: Jânio Santos de Oliveira
Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de Deus Taquara - Duque de Caxias- Rio de Janeiro
janio-construcaocivil.blogspot.com
 

Meus amados e Queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!

Após ouvir ao debate da Rádio Melodia do dia 16 de Junho do ano em curso que abordou dentre outros assuntos a questão da liberalização das passeatas pró-maconha as quais fazem apologia às drogas, me senti na obrigação de trazer um documentário apontando “Os efeitos e malefícios causados pela maconha”.

Depois de você ler este documentário poderá tirar as suas próprias conclusões.
Vamos acompanhar.

Principais efeitos

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, concentração de THC na erva consumida e reação do organismo do consumidor com a presença da droga.

Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minuto).

Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados.

Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.

O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.

Os efeitos psíquicos são os mais variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis Sativa. Em outros países ela recebe diferentes nomes como os mencionados no título deste folheto. Ela já era conhecida há pelo menos 5.000 anos, sendo utilizada quer para fins medicinais quer para "produzir risos". Talvez a primeira menção da maconha na nossa língua tenha sido um escrito de 1.548 onde está dito no português daquela época: "e já ouvi a muitas mulheres que, quando iam ver algum homem, para estar choquareiras e graciosas a tomavam".

Até o início do presente século, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, como um medicamento útil para vários males. Mas também era já utilizada para fins não médicos por pessoas desejosas de sentir "coisas diferentes", ou mesmo utilizavam-na abusivamente. Conseqüência deste abuso, e de certo exagero sobre os seus efeitos maléficos, a planta foi proibida em praticamente todo mundo ocidental, nos últimos 50-60 anos.

Mas atualmente, graças às pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas: reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou "ataques"). Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) tem também efeitos indesejáveis que podem prejudicar uma pessoa.

O THC (tetrahidrocanabinol) é uma substância química fabricada pela própria maconha, sendo o principal responsável pelos efeitos da planta. Assim, dependendo da quantidade de THC presente (o que pode variar de acordo com o solo, clima, estação do ano, época de colheita, tempo decorrido entre a colheita e o uso) a maconha pode ter potência diferente, isto é, produzir mais ou menos efeitos. Esta variação nos efeitos depende também da própria pessoa que fuma a planta: todos nós sabemos que há grande variação entre as pessoas; de fato, ninguém é igual a ninguém! Assim, a dose de maconha que é insuficiente para um pode produzir efeito nítido em outro e até uma forte intoxicação num terceiro.

Efeitos da Maconha:

Para bom entendimento é melhor dividir os efeitos que a maconha produz sobre o homem em físicos (ação sobre o próprio corpo ou partes dele) e psíquicos (ação sobre a mente). Esses efeitos físicos e psíquicos sofrerão mudanças de acordo com o tempo de uso que se considera, ou seja, os efeitos são agudos (isto é, quando decorre apenas por algumas horas após fumar) e crônicos (conseqüências que aparecem após o uso continuado por semanas, ou meses ou mesmo anos).

Danos causados por cocaína podem durar até um ano

Estimulantes diminuiriam fluxo de oxigênio no cérebro Usuários de cocaína e anfetamina ainda lutam contra os efeitos colaterais da droga, mesmo um ano depois de pararem de usar essas substâncias.

Estudos anteriores mostraram que, até seis meses depois de largar o vício, os ex-usuários apresentavam falta de concentração, problemas de memória, problemas motores e dificuldade de aprendizado. Mas uma nova pesquisa mostra que os problemas podem permanecer pelo dobro do tempo.

Cientistas do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, avaliaram 50 pares de gêmeos, sendo que em cada par um já havia sido usuário de anfetamina ou cocaína e o outro não.

Eles descobriram que as pessoas que usaram as drogas ainda apresentam, um ano depois, problemas de concentração e dificuldades motoras em comparação ao gêmeo que nunca usou a droga.

Cérebro

"O estudo mostra que os efeitos de drogas estimulantes permanecem no organismo por mais tempo", disse Rosemary Toomey, chefe da pesquisa.

Segundo a médica, a cocaína e as anfetaminas desequilibram o balanço químico das substâncias que atuam no cérebro.

Os pesquisadores, agora, tentam provar evidências que mostram que as substâncias estimulariam a liberação de substâncias químicas que levam à contração das veias e das artérias cerebrais, reduzindo a circulação de oxigêneo e fazendo com que as células do cérebro morram.

"Essas informações podem ser úteis em campanhas contra o uso de estimulantes", disse John Marsden, da ONG britânica Action on Addiction (Ação contra o Vício).


O especialista lembra que as terapias podem ajudar no processo de recuperação de viciados em estimulantes. Mas elas podem não funcionar se a lesão no cérebro for muito grande e já estiver comprometido o seu funcionamento.

O estudo americano foi publicado na revistaArchives of General Psychiatry.

Físicos Crônicos

Os efeitos físicos crônicos da maconha já são de maior monta. De fato, com o continuar do uso, vários órgãos do nosso corpo são afetados. Os pulmões são um exemplo disso. Não é difícil imaginar como irão ficar estes órgãos quando passam a receber cronicamente uma fumaça que é muito irritante, dado ser proveniente de um vegetal que nem chega a ser tratado como é o tabaco comum.

Esta irritação constante leva a problemas respiratórios (bronquites), aliás como ocorre também com o cigarro comum. Mas o pior é que a fumaça de maconha contêm alto teor de alcatrão (maior mesmo que na do cigarro comum) e nele existe uma substância chamada benzopireno, conhecido agente cancerígeno; ainda não está provado cientificamente que a pessoa que fuma maconha cronicamente está sujeita a contrair câncer dos pulmões com maior facilidade, mas os indícios em animais de laboratório de que assim pode ser são cada vez mais fortes. Outro efeito físico adverso (indesejável) do uso crônico da maconha refere-se à testosterona.

Esta é o hormônio masculino; como tal confere ao homem maior quantidade de músculos, a voz mais grossa, a barba, também é responsável pela fabricação de espermatozóides pelos testículos. Já existem muitas provas que a maconha diminui em até 50-60 % a quantidade de testosterona. Conseqüentemente o homem apresenta um número bem reduzido de espermatozóides no líquido espermático (medicamente esta diminuição chama-se oligospermia) o que leva a uma infertilidade. Ou seja, o homem terá mais dificuldade de gerar filhos.

Este é um efeito que desaparece quando a pessoa deixa de fumar a planta. É também importante dizer que o homem não fica impotente ou perde o desejo sexual; ele fica somente com uma esterilidade, isto é, fica incapacitado de engravidar sua companheira. Há ainda a considerar os efeitos psíquicos crônicos produzidos pela maconha. Sabe-se que o uso continuado da maconha interfere com a capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir um estado de amotivação, isto é, não sentir vontade de fazer mais nada, pois tudo fica sem graça e importância. Este efeito crônico da maconha é chamado de síndrome amotivacional.

Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar o uso de maconha, sendo que tudo o mais perde o seu real valor. Finalmente, há provas científicas de que se a pessoa tem uma doença psíquica qualquer, mas que ainda não está evidente (a pessoa consegue "se controlar") ou a doença já apareceu, mas está controlada com medicamentos adequados, a maconha piora o quadro.

Ou faz surgir à doença, isto é, a pessoa não consegue mais "se controlar" ou neutraliza o efeito do medicamento e a pessoa passa a apresentar de novo os sintomas da doença. Este fato tem sido descrito com freqüência na doença mental chamada esquizofrenia. Em um levantamento feito entre os estudantes do 1º e 2º graus das 10 maiores cidades do país, em 1997, 7,6% declararam que já haviam experimentado a maconha e 1,7% declararam fazer uso de pelo menos 6 vezes por mês.

Físicos Agudos

Os efeitos físicos agudos são muito poucos: os olhos ficam meio avermelhados (o que em linguagem médica chama-se hipermia das conjuntivas), a boca fica seca (e lá vai outra palavrinha médica antipática: xerostomia - é o nome difícil que o médico dá para boca seca) e o coração dispara, de 60-80 batimentos por minuto pode chegar a 120-140 ou até mesmo mais (é o que o médico chama de taquicardia).

Psíquicos Agudos

Os efeitos psíquicos agudos dependerão da qualidade da maconha fumada e da sensibilidade de quem fuma. Para uma parte das pessoas os efeitos são uma sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, sentir-se menos fatigado, vontade de rir (hilaridade). Para outras pessoas os efeitos são mais para o lado desagradável: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle da cabeça, trêmulas, suando. É o que comumente chamam de "má viagem" ou "bode". Há ainda evidente perturbação na capacidade da pessoa em calcular tempo e espaço e um prejuízo na memória e atenção.

Assim sob a ação da maconha a pessoa erra grosseiramente na discriminação do tempo tendo a sensação que se passaram horas quando na realidade foram alguns minutos; um túnel com 10 metros de comprimento pode parecer ter 50 ou 100 metros. Quanto aos efeitos na memória eles se manifestam principalmente na chamada memória a curto prazo, ou seja, aquela que nos é importante por alguns instantes. Dois exemplos verídicos auxiliam a entender este efeito: uma telefonista de PABX em um hotel (que ouvia um dado número pelo fone e no instante seguinte fazia a ligação) quando sob ação da maconha não era mais capaz de lembrar-se do número que acabara de ouvir.

O outro caso, um bancário que lia numa lista o número de um documento que tinha que retirar de um arquivo; quando sob ação da maconha já havia se esquecido do número quando chegava a frente ao arquivo.

Pessoas sob esses efeitos não conseguem, ou melhor, não deveriam executar tarefas que dependem da atenção, bom senso e discernimento, pois correm o risco de prejudicar outros e/ou a si próprio. Como exemplo disso: dirigir carro, operar máquinas potencialmente perigosas. Aumentando-se a dose e/ou dependendo da sensibilidade, os efeitos psíquicos agudos podem chegar até as alterações mais evidentes, com predominância de delírios e alucinações. Delírio é uma manifestação mental pela qual a pessoa faz um juízo errado do que vê ou ouve; por exemplo, sob ação da maconha uma pessoa ouve a sirene de uma ambulância e julga que é a polícia que vem prendê-la; ou vê duas pessoas conversando e pensa que ambas estão falando mal ou mesmo tramando um atentado contra ela.

Em ambos os casos, esta mania de perseguição (delírios persecutórios) pode levar ao pânico e, conseqüentemente, a atitudes perigosas ("fugir pela janela", agredir as pessoas conversando em "defesa" antecipada contra a agressão que julga estar sendo tramada). Já a alucinação é uma percepção sem objeto, isto é, a pessoa pode ouvir a sirene da polícia ou vê duas pessoas conversando quando não existe quer a sirene quer as pessoas. As alucinações podem também ter fundo agradável ou terrificante.

Maconha elevaria risco de ataque cardíaco, revela estudo Estudos anteriores concentraram-se apenas nos efeitos neurológicos da droga.
Consumo aumenta nível de proteína que causa problemas no coração.

O consumo muito pesado de maconha pode elevar a concentração no sangue de uma determinada proteína, contribuindo potencialmente para a ocorrência de ataques do coração ou derrames, afirmaram na terça-feira (13) pesquisadores ligados ao governo dos EUA.

Jean Lud Cadet, do Instituto Nacional de Uso de Drogas, um órgão dos Institutos Nacionais de Saúde, disse que a descoberta apontava para outro exemplo dos males provocados pelo consumo da maconha no longo prazo.

No entanto, defensores da droga levantaram dúvidas sobre o resultado da pesquisa.

Segundo Cadet, grande parte dos estudos feitos até hoje se concentraram nos efeitos da maconha dentro do cérebro. A equipe dele olhou outra parte do corpo, o sangue, medindo os níveis de concentração de proteínas em 18 usuários antigos e contumazes de maconha e em outras 24 pessoas que não utilizavam a droga.

Os níveis de concentração de uma proteína chamada apolipoproteína C-III revelaram-se 30% maiores nos usuários de maconha do que no grupo de controle.

Essa proteína participa do metabolismo corporal dos triglicerídeos --um tipo de gordura encontrado no sangue-- e uma concentração maior dela eleva a concentração dos triglicerídeos, afirmou Cadet.

A presença dessa gordura pode contribuir para o endurecimento ou espessamento da parede das artérias, elevando as chances de ocorrerem derrames e ataques do coração, além de outros males coronários.

O estudo, que saiu publicado na revista Molecular Psychiatriy, não avaliou se os consumidores de maconha tiveram realmente problemas no coração.

"O uso crônico de maconha não é benigno", afirmou o cientista em entrevista concedida por telefone.

No entanto, um grupo norte-americano que defende a legalização e regulamentação da maconha contestou os resultados.

Bruce Mirken, porta-voz do Projeto Política da Maconha, afirmou que o estudo avaliou pessoas que consumiam quantidades altíssimas da droga.

"Acho que os que menos consumiam nesse grupo fumavam 78 baseados por semana. Isso dá uma média de dez ou 11 baseados por dia", disse Mirken, também em entrevista telefônica.

"Qualquer coisa que se faça de forma assim exagerada poderá ter efeitos adversos, seja maconha, álcool ou brócolis", acrescentou.
• Maconha elevaria risco de ataque cardíaco, revela estudo

O consumo muito pesado de maconha pode elevar a concentração no sangue de uma determinada proteína, contribuindo potencialmente para a ocorrência de ataques do coração ou derrames, afirmaram na terça-feira (13) pesquisadores ligados ao governo dos EUA.

Jean Lud Cadet, do Instituto Nacional de Uso de Drogas, um órgão dos Institutos Nacionais de Saúde, disse que a descoberta apontava para outro exemplo dos males provocados pelo consumo da maconha no longo prazo.

No entanto, defensores da droga levantaram dúvidas sobre o resultado da pesquisa.

Segundo Cadet, grande parte dos estudos feitos até hoje concentraram-se nos efeitos da maconha dentro do cérebro. A equipe dele olhou outra parte do corpo, o sangue, medindo os níveis de concentração de proteínas em 18 usuários antigos e contumazes de maconha e em outras 24 pessoas que não utilizavam a droga.

Os níveis de concentração de uma proteína chamada apolipoproteína C-III revelaram-se 30% maiores nos usuários de maconha do que no grupo de controle.

Essa proteína participa do metabolismo corporal dos triglicerídeos --um tipo de gordura encontrado no sangue-- e uma concentração maior dela eleva a concentração dos triglicerídeos, afirmou Cadet.

A presença dessa gordura pode contribuir para o endurecimento ou espessamento da parede das artérias, elevando as chances de ocorrerem derrames e ataques do coração, além de outros males coronários.

O estudo, que saiu publicado na revista Molecular Psychiatriy, não avaliou se os consumidores de maconha tiveram realmente problemas no coração.

"O uso crônico de maconha não é benigno", afirmou o cientista em entrevista concedida por telefone.

No entanto, um grupo norte-americano que defende a legalização e regulamentação da maconha contestou os resultados.

Bruce Mirken, porta-voz do Projeto Política da Maconha, afirmou que o estudo avaliou pessoas que consumiam quantidades altíssimas da droga.

"Acho que os que menos consumiam nesse grupo fumavam 78 baseados por semana. Isso dá uma média de dez ou 11 baseados por dia", disse Mirken, também em entrevista telefônica.

"Qualquer coisa que se faça de forma assim exagerada poderá ter efeitos adversos, seja maconha, álcool ou brócolis", acrescentou.

• Uso regular de maconha coloca os dentes em risco

Pesquisa da Nova Zelândia comprova ligação entre uso da Cannabis e doença das gengivas com perda dentária.

A doença periodontal é uma das doenças crônicas mais comuns nos adultos em todo o mundo. Trata-se de uma inflamação que começa a partir de uma infecção bacteriana que atacas gengivas e as estruturas de fixação dos dentes, levando a perda dentária precoce.

O tabaco está entre os principais fatores de risco para a doença periodontal. A pesquisa, publicada na revista "Journal of American Medical Association" buscou avaliar o impacto do uso da maconha sobre a doença das gengivas e sua relação com o uso do cigarro.

Foram mais de mil pessoas acompanhadas desde o nascimento e examinadas por dentistas dos 18 aos 32 anos de idade. Os exames eram feito aos 18, 21, 26 e 32 anos, sendo que nessas ocasiões foram levantados dados sobre o uso de maconha e tabagismo.

A exposição à maconha foi estabelecida por questionários e a doença periodontal foi classificada por critérios odontológicos. Os participantes foram divididos de acordo com as respostas como alta, alguma e nenhuma exposição à maconha.

A fase da vida dos participantes foi cuidadosamente escolhida, pois a doença periodontal é tradicionalmente associada a idades acima dos 35 anos.

Os resultados mostraram que os usuários freqüentes, com alto nível de exposição à maconha, têm até quatro vezes mais chance de sofrer de doença das gengivas e duas vezes mais chance de perder os dentes por essa causa.

A associação da maconha ao uso de cigarros comuns aumentava o risco da doença gengival e suas conseqüências -- para cada maço freqüente de cigarros, o risco aumentava em 6%.

Todas as análises estatísticas permitiram definir que o uso de maconha está relacionado, de forma independente, a doença das gengivas e perda dentária em adultos jovens. Esses problemas, por sua vez, estão associados a dor, desconforto e problemas articulares na mandíbula a médio e longo.

O uso do tabaco e suas conseqüências nocivas já está claramente definido. O alerta a ser feito agora é de que a maconha não é uma droga inocente e está definitivamente ligada a doença pulmonares crônicas, tal qual o cigarro, ao câncer de laringe e, como demonstrado nessa pesquisa, à doença periodontal e perda dentária.

Maconha é mais cancerígena que tabaco, diz estudo Cientistas da Nova Zelândia analisaram os efeitos cancerígenos da maconha e do tabaco e concluíram que, num período de dez anos, o consumo diário de um cigarro de maconha pode ter os mesmos efeitos nocivos que o de 20 cigarros de tabaco.

O estudo, realizado no Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia, será publicado na edição de fevereiro da revista científica "European Respiratory Journal".

Segundo os cientistas, os resultados da pesquisa foram obtidos a partir do cruzamento de dados obtidos em entrevistas feitas com dois grupos de pessoas - um de pacientes com câncer de pulmão e outro formado por pessoas saudáveis - com menos de 55 anos de idade.

Os 79 participantes foram questionados sobre seus hábitos de consumo de álcool e maconha, a rotina de trabalho, histórico familiar e outros 320 fatores que podem influenciar na incidência da doença.

Ao analisar os dados dos entrevistados, os cientistas concluíram que o risco de desenvolver câncer de pulmão aumenta progressivamente de acordo com o tempo de consumo de maconha.

"Nos usuários de longa data, que fumavam pelo menos um cigarro de maconha por dia durante dez anos ou dois cigarros de maconha por dia durante cinco anos, o risco de câncer de pulmão aumentou em seis vezes, um resultado igual ao de pessoas que fumaram 20 cigarros por dia", explica Beasley.

"Essa conclusão está de acordo com observações anteriores que mostram que a fumaça da maconha tem uma mistura de produtos tóxicos similar à do tabaco", afirma Beasley.

Fumaça
Segundo os pesquisadores, o nível de elementos cancerígenos presentes na fumaça da maconha é duas vezes maior que o encontrado na fumaça de tabaco.

O estudo sugere que a forma habitual de fumar maconha, sem filtro, também contribui para o aumento dos danos.

"Tipicamente, a maconha se fuma em um cigarro sem filtro e seu consumidor inala a fumaça mais profundamente e por mais tempo. Isso aumenta a quantidade de fumaça inalada e aumenta em cinco vezes a concentração de elementos cancerígenos nos pulmões", explica Beasley

O cientista afirma que a maconha "já pode ser responsabilizada por 5% dos casos de câncer de pulmão diagnosticados na Nova Zelândia".

"Em um futuro próximo, poderemos observar uma epidemia de câncer de pulmão ligado ao consumo de maconha, principalmente em países onde o crescente consumo de maconha entre jovens adultos e adolescentes está se tornando um grande problema de saúde pública", estima Beasley.
(Fonte G1)

Meus amados irmãos depois de todas estas provas irrefutáveis você ainda concorda com a decisão do Supremo Tribunal Federal que liberalizou o uso das passeatas pró- liberação da maconha?

A Igreja trabalha o tempo todo para impedir que Satanás se aposse das famílias, no entanto através da apologia e conseqüente uso das drogas por certo que estas certamente estarão sendo vitimadas de forma inevitável.

Que Deus tenha misericórdia de nós. Amém!


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