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“SOLTANDO O JUMENTINHO PRESO”
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Publicado em: 11/3/2012
Por: Pr. Alexandre Augusto
Igreja do Evangelho Quadrangular - Itajubá - MG
pastoralexandreaugusto@bol.com.br
 

Lucas – 19
28. E, dito isto, ia caminhando adiante, subindo para Jerusalém.
29. E aconteceu que, chegando perto de Betfagé, e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou dois dos seus discípulos,
30. Dizendo: Ide à aldeia que está defronte, e aí, ao entrar, achareis preso um jumentinho em que nenhum homem ainda montou; soltai-o e trazei-o.
31. E, se alguém vos perguntar: Por que o soltais? assim lhe direis: Porque o Senhor o há de mister.
32. E, indo os que haviam sido mandados, acharam como lhes dissera.
33. E, quando soltaram o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que soltais o jumentinho?
34. E eles responderam: O Senhor o há de mister.
35. E trouxeram-no a Jesus; e, lançando sobre o jumentinho as suas vestes, puseram Jesus em cima.
36. E, indo ele, estendiam no caminho as suas vestes.

    INTRODUÇÃO
Um grande pregador não é aquele que prega uma grande mensagem, mas sim aquele que leva uma mensagem que produz um efeito na vida daquele que a ouve. Preparar uma mensagem não é difícil, mas hoje o difícil mesmo é preparar a mensagem que Deus quer que levemos a sua igreja.

Uma moda está crescendo no meio dos chamados evangélicos, é o costume de chamar todo mundo de profeta e profetiza. Um exemplo atual disso é a missionária que outrora já ministrou em grandes eventos, como GMUH em Comburiu, e outros púlpitos de pastores renomados, mas voltou a comer o próprio vômito retornando a ser uma lésbica, e ainda pior, abrindo uma “igreja” para esses pecadores, numa tentativa de dizer que Deus aprova essa abominação. E eu te pergunto: Ela era profetiza? Não! Nunca foi e nunca vai ser. Ela era apenas uma mulher enganadora cheia de demônios.

Precisamos de profetas, e devemos pedir a Deus que nos envie tais pessoas, pois os dias estão ficando cada vez piores. Senhor! Daí nos profetas! Essa mensagem vai lhe ajudar, assim como me ajudou quando eu orava ao Senhor para falar comigo. Se alimente e deixe que esta palavra cause efeito em sua vida.

    A ENTRADA TRIUNFAL
    Lucas apresenta Jesus como O Salvador, o Filho do homem, apresenta Jesus como Yeshua ben-Yossef, Jesus filho de José, mas neste contexto Ele se mostra como Yeshua ben-David, Jesus filho de Davi. Esta passagem que acima lemos é conhecida como o domingo de ramos, ou a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, é o domingo que antecede o domingo da ressurreição. Esta não é a primeira entrada de Jesus em Jerusalém, mas a última. Essa etapa representava a última jornada que iniciou em 9:51.

    Nesta passagem Ele veio montado no jumentinho, com vestes rotas, sem nada na cabeça, mas um dia Ele voltará montado em um cavalo branco, com uma coroa de diademas na cabeça, com vestes brancas, e um cinturão de ouro puro no peito, de sua boca sairá uma espada de dois gumes, seus olhos serão como chamas de fogo, sua voz como o som de muitas águas, e na sua coxa direita estará escrito “Rei dos reis e Senhor dos senhores”.

    Mateus e Marcos escrevem que ramos de Palmeiras eram jogados pelo chão, diferentemente de Lucas em seus escritos. Na cultura judaica os ramos de Palmeiras simbolizam alegria e salvação e a ação de estenderem suas vestes para a passagem de Jesus era um costume de boas vindas a um novo rei.

    Quando Jesus vai entrando na cidade as pessoas que já conheciam seus feitos, eles estavam tremendamente excitados pelos feitos do Messias que ensinava com autoridade, curava doentes e ressuscitava mortos, assim começam a saudá-lo dizendo: 38. “Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!”. Mas Jesus olha tudo aquilo e seu coração se entristece e Ele chora e diz: 41. E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela,42. Dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. 43. Porque dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todos os lados;

44. E te derrubarão a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação.

    Jesus sabia que logo alguns dias depois Ele seria morto pelo mesmo povo que outrora o saudara e o louvara. Ele passaria pelos piores dias de sua vida. Com certeza esse foi um dia memorável na vida de Jesus e inesquecível para seus discípulos, que creio eu fizeram o maior comentário depois de passados aqueles momentos. Sem dúvida este momento é um marco no ministério de Jesus na terra, um momento que desejo assistir, rever, e apreciar lá na glória junto com Jesus.

    UMA FÉ VERDADEIRA
    Antes de chegarem a Jerusalém Jesus dá ordem a seus discípulos para irem a uma cidade chamada Betfagé, que ficava ao leste de Jerusalém, perto de Betânia, na encosta sudoeste do monte das oliveiras, cujo nome significa literalmente “casa de figos verdes”, e que não é mencionada em nenhum outro lugar das escrituras a não ser na passagem da entrada triunfal. Jesus disse que quando lá chegassem encontrariam um jumentinho amarado, e que era necessário que o soltasse e o trouxessem, e que se alguém dissesse alguma coisa era para eles dizerem: O mestre precisa dele! Essa frase iria revelar aos donos do animal a importância de que aquele animal fosse levado.

    Assim partiram os discípulos para o local e lá chegando logo avistaram o jumentinho preso e quando eles estavam desamarrando o animal os donos logo viram e vieram e perguntaram o que eles estavam fazendo, ou aonde iriam levar o animal, ou talvez com que ordem eles soltavam o jumentinho. No que tiveram como resposta: O mestre; Jesus; o Senhor, (palavras que indicavam a pessoa direta de Jesus) precisa, necessita do animal. A bíblia não registra nada sobre os donos desse animal, mas se o fizesse eles estariam entre os muitos dos citados em Hebreus 11, pois ao ouvirem que o Mestre precisava do animal, logo creram. Imaginem que fé maravilhosa eles demonstraram ao cederem seu animal “zero bala” para o Mestre, veja por que.

    Bem sabemos que cultura é algo extremamente complexo, e os judeus ainda são um povo que guarda suas culturas, aquele animal ao ser chamado de jumentinho denota que era um animal de pouca idade e uma coisa interessante é que naqueles dias considerava-se que um animal que jamais fora usado no trabalho ou montado por alguém era especialmente adequado para propósitos santos como o Eterno já havia dito (veja Nm-19:2; Dt-21:3).

    Uma coisa eu creio, pois vi certo homem de Deus citar algo sobre este jumentinho que quero fazer minhas as suas palavras. Ele disse: “Não há nada que você entregue a Deus e não volte super valorizado para você, e aquilo que Deus nos dá super valorizado não tem preço.”. Imagine o quando aquele animal passou a valer depois que Jesus montou nele!

    Assim soltaram o jumentinho e o levaram até Jesus que logo montou no animal e entrou em Jerusalém em um dia que marcou a história da humanidade para sempre.    

    A SOLTURA DO JUMENTINHO
    A palavra hebraica para amarrado é “akedá”, e Jesus mesmo estando longe viu o jumentinho amarrado, mostrando a sua onisciência, o viu seguro por um nó, uma corda que limitava seus movimentos e então Ele manda que seus discípulos soltem o animal. Eu não sei quanto tempo aquele animal esteve preso, limitado, vendo seus pares soltos e livres, mas um dia chegou para ele à soltura, a liberdade.

    Jumento no contexto bíblico também é símbolo de obediência, e nosso Senhor não suporta ver um filho obediente amarrado. Eu vim lhe dizer que ainda há uma saída para todos nós. Jesus ainda tem toda a autoridade para soltar as amarras que nos prende. Ele tem poder para livrar qualquer cativo, e soltar e desfazer qualquer nó em nossas vidas agora mesmo.
    
    CONCLUSÃO
    “Quando Jesus desceu do jumentinho com certeza mandou que alguém o levasse de volta a seu dono e o animal foi todo alegre, feliz, pois viu que todos o aplaudiram e jogaram ramos para que ele passasse, ele chegou no curral e se achou o maioral entre os demais jumento e comentou com todos o que havia acontecido, mas alguns de seus amigos jumentos não acreditaram e ele então disse que o acompanhasse e vissem. Assim foram para a entrada da cidade e ninguém aplaudiu o jumento, e ele não entendeu nada, e um outro jumento que estava do seu lado lhe perguntou se ele não havia se esquecido de nada que havia acontecido no momento que ele entrava na cidade, então ele disse que havia um homem humilde montado em seu lombo.”

    Na verdade nós não somos nada, mas aquele que está em nós é tudo. Ele é quem merece toda honra e toda glória. É por isso que podemos chegar longe, mas não saia de sob a presença de Jesus, Ele é quem faz de nós uma pessoa notada, mas se Ele sair de sua vida, você não é nada.


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