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A Excelência da Mansidão e da Humildade
( 555 visitas )

Publicado em: 13/10/2012
Por: Silvio Dutra
Igreja Orgânica de Jesus na Abolição - Rio de Janeiro - RJ
25dutra@gmail.com
 

elaborada por minha amada esposa


O amor em unidade é um dever.

Cristo ordenou aos Seus discípulos que eles devem se amar com o mesmo amor com o qual Ele os tem amado.

As características deste amor estão destacadas em I Cor 13 e ali nós podemos ver que não é um amor, que busca aos seus interesses, que não se irrita facilmente, que é paciente, benigno, sofredor, longânimo, que não se alegra com a injustiça, mas com a verdade, enfim é uma amor sobrenatural que procede da ação da graça do Espírito Santo em nossas mentes e nos nossos corações.

É um dever imposto à Igreja permanecer neste amor.

E quão difícil é manter o amor fraternal na unidade do Espírito Santo,  porque demanda completa diligência da parte dos cristãos, na sua luta contra a carne, o diabo e o mundo.

Se alguém pretende fazer a vontade de Deus terá obrigatoriamente que renunciar ao que o mundo lhe oferece, e especialmente àquilo que é reprovado, não somente pela Palavra de Deus, como por uma boa consciência.   

Entretanto, mesmo num mundo de trevas mais densas como o nosso, se comparado ao dos dias de Paulo, Deus continua usando de misericórdia.

Deus é santo e em tudo é perfeito.

Contudo, planejou restaurar pessoas que Ele criou e que se tornaram não apenas imperfeitas, como também completamente ignorantes de quem Ele seja.

A razão disto é a grandeza do Seu amor e da Sua misericórdia.

Este amor e misericórdia de Deus não são meros sentimentos de empatia e compaixão por seres que se tornaram de nenhum valor para Ele, e que viviam somente para os seus próprios prazeres egoístas, indiferentes à Sua Pessoa e vontade, agindo como seus inimigos.

A extensão disto não pode ser avaliada adequadamente por nenhum de nós, senão somente pelo próprio Senhor, cujo julgamento e conhecimento do real estado do nosso coração são perfeitos.

Por isso o evangelho é sobretudo o oferecimento deste amor e misericórdia para que pecadores possam ser restaurados pela graça à imagem de Jesus.

Podemos deduzir por nossos sentimentos, imaginações, pensamentos e ações, o quanto estamos longe da santidade, bondade, amor, misericórdia, justiça e todos os demais atributos infinitos e perfeitos de Deus, ou seja, de ser aquilo que Ele é em Sua própria natureza.

Tendo encerrado a todos debaixo da desobediência, Deus revelou qual era o Seu propósito de usar de misericórdia para com todos, como se vê em Rom 11.32, e demonstrou fartamente tanto aos anjos quanto aos homens o quanto é um Deus misericordioso.

Ele demonstrou com isto que não é bom somente para com aqueles que são perfeitos como Ele, mas para com todos os que desejam obedecer-Lhe, fazer Sua vontade e viver para Ele, porque afinal, tem feito isto com os pecadores que se arrependem e se entregam ao trabalho da graça, para serem aperfeiçoados, por meio da fé em Jesus. 

Por isso o Espírito Santo habita nos cristãos, a saber, para a realização deste trabalho de transformação, para que assim como Cristo é, eles sejam também.

Deus não poderia ter exibido a Sua misericórdia e perdão aos anjos eleitos, porque afinal, eles não caíram para uma perdição eterna como os anjos não eleitos, e quem é perfeito não necessita de perdão.

No entanto, assim como caíram os anjos não eleitos para uma queda final e eterna, também cairão os homens não eleitos, apesar de que no caso destes, foi feito a eles o convite da salvação do evangelho o qual eles rejeitaram deliberadamente, sendo esta a causa da sua ruína.

Contudo, não importa, quanto à eleição, o fato de ser pecador, porque através da eficácia da Sua misericórdia e graça,  e do Seu perdão, Deus é poderoso para transformar pecadores em pessoas perfeitamente santas, porque elas também aspirarão a tal santidade.

Assim, se por um lado Deus odeia o pecado, por outro, é completamente longânimo para com todos os pecadores, especialmente nesta dispensação da graça.

Esta atitude de Deus para com o pecado e para com o pecador se explica pelo fato dEle saber que sem a Sua graça o homem permanece caído num estado miserável diante da Sua perfeição e santidade divina.

E por mais que se esforce para agradá-lo, toda justiça própria do homem, não passa de trapo de imundície diante de Deus.

Somente a justiça de Cristo, que é atribuída (justificação), e implantada (santificação) pela fé nos pecadores, é a única que pode agradar a Deus.

Assim, se o pecado, as falhas, as imperfeições que vemos nos outros, ainda nos perturbam profundamente, a ponto de nos tirar a paz, é porque ainda não fomos transformados à semelhança de Jesus, de forma a vermos o pecado da mesma maneira que Ele o vê, a saber, com profunda misericórdia, especialmente, naqueles que desejam fazer a Sua vontade, mas que ainda não sabem o modo como se deve andar na Sua presença.

Grandes avivamentos são demonstrações da graça e misericórdia que Deus está oferecendo a todos os pecadores na presente dispensação.

São também demonstrações do amor de Deus porque o Espírito Santo é derramado abundantemente, e quando isto sucede, ocorre simultaneamente o derramamento do amor de Deus em nossos corações, porque Deus é amor.

Avivamentos são demonstrações abundantes da bondade, longanimidade, misericórdia e amor de Deus pelos pecadores, porque aprouve a Ele encerrar a todos na desobediência para usar de misericórdia para com todos, de maneira que pudesse exibir aos anjos e aos homens quão grande é a Sua paciência, bondade, amor e misericórdia, ao mesmo tempo em que demonstra o Seu juízo sobre aqueles que rejeitam tão grande graça e compaixão.

Tal como Jesus é, somos também chamados a ser neste mundo, seguindo as Suas pegadas de amor, graça e misericórdia.

Sem isto, o nosso zelo, sem discernimento destas verdades, somente servirá para produzir feridas em nós mesmos e naqueles que estão ao nosso redor, porque será um zelo sem amor e misericórdia; um zelo com muita ousadia e nenhuma moderação, porque temos recebido o Espírito de ousadia, mas Ele é também Espírito de amor e de moderação.

Lembremos portanto, que Deus detesta o pecado mas pode e quer perdoar qualquer tipo de pecado, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo.    

Os cristãos não devem mais viver como viviam antes da sua conversão.         

Eles foram chamados para viverem em unidade em amor, no poder e instrução do Espírito. 

Então a unidade referida pelo apóstolo é tanto unidade de mente, incluídos aí os pensamentos e a vontade; quanto de coração. 

O homem não pode produzir isto. É fruto da graça de Deus.

Mas não podemos ter isto se não o buscarmos e se não formos diligentes nesta busca.

Os cristãos não devem ter um espírito de oposição porque Cristo veio desfazer todas as inimizades.

Não há portanto maior inimigo para um cristão do que o orgulho e a paixão, que nos levam a fazer as coisas em contradição a nossos irmãos.

Quando as fazemos para ostentarmos a nós mesmos, nós destruímos o amor cristão.

Lembremos que sem Cristo nada podemos fazer em relação às coisas celestiais, espirituais e divinas.

Até mesmo para a nossa obediência a Ele, o nosso coração e vontade devem ser dispostos pelo Seu poder e graça.

É Ele quem efetua em nós o querer e o realizar.

Se o Senhor não nos conduzir ao arrependimento pela Sua bondade, permanecemos endurecidos e incapazes de lhe obedecer, fazendo Sua vontade.

Então, não está em nós, a capacidade para produzir esta vida de Deus.

Isto explica a necessidade de termos um derramar contínuo da graça e do amor do Espírito Santo em nossos corações.      

Cristo veio nos humilhar, e então não deve existir entre nós um espírito de orgulho.

Nós temos que ser severos com nossas próprias faltas, e misericordiosos com os julgamentos que fazemos das faltas dos outros.

Um espírito egoísta destrói o amor cristão.

Por isso não devemos buscar aquilo que seja do nosso próprio interesse sem levar em conta o que é do interesse dos outros.

Nós temos que amar o nosso próximo como a nós mesmos, sabendo que nós, tanto quanto eles, estávamos destituídos da graça de Jesus, em completa situação de miséria e debaixo de uma condenação eterna.  

Importa fazer valer portanto sobretudo a misericórdia e a humildade em nosso testemunho de vida. 

Jesus nos deixou o exemplo supremo disto para que seguíssemos os Seus passos.

Se o fizermos somos bem-aventurados e temos a aprovação de Deus.

A Igreja de Filipos estava comunicando com as necessidades de Paulo na prisão, mas ele estava lhes lembrando que ainda que dessem todos os seus bens aos pobres, e ainda que dessem o corpo deles à fogueira, se eles não vivessem na unidade do amor de Cristo, em humildade, nada disto lhes aproveitaria.  

Os que são de Cristo devem viver como Cristo  viveu neste mundo deixando-nos o Seu exemplo para ser seguido por nós.

Cristo era totalmente manso e humilde de coração, como Ele próprio afirma em Mt 11.29.

Em tudo o que fez nunca estava buscando ser servido, mas servir; nunca estava buscando o que era do Seu interesse, mas buscar e salvar o que se havia perdido, como vemos em Lc 19.10; e tão intenso foi o Seu serviço em favor dos homens, que não tinha sequer onde reclinar a Sua cabeça, e raramente tirava tempo para descansar.

Ele se gastou completamente por amor aos pecadores, até à morte na cruz.    

Paulo chamou o exemplo de Cristo para alertar os filipenses porque ninguém jamais poderá se humilhar tanto quanto Cristo se humilhou, porque Ele não era nenhum homem pecador, mas se fez homem, sendo Deus, exaltado à destra do Pai, coroado de honra e glória diante dos serafins, querubins, arcanjos e anjos no céu.

E o que Jesus fez?

Humilhou-se a si mesmo, esvaziando-se e tomando a forma de servo, assumindo a natureza do homem, apesar de ser Deus, como Paulo afirma nos versos 6 a 8 do segundo capítulo de Filipenses.

Ele fez isto porque era governado completamente por um sentimento de humildade e não de orgulho.

E é este mesmo sentimento de Cristo que todos os cristãos devem ter, conforme se ordena em Fp 2.5.

Cristo não considerou uma desonra o fato de ter sido feito menor do que os anjos, ainda que por um determinado período, a saber, enquanto viveu neste mundo esvaziado da Sua glória divina, como vemos em Hb 2.9, porque considerou maior coisa fazer a vontade do Pai relativamente à salvação dos pecadores. 

Os cristãos têm um serviço para fazer para Deus, que é a continuidade do mesmo serviço de Cristo, e para tanto eles necessitam ter o mesmo sentimento de humildade que houve em Cristo Jesus.

Jesus comprovou a Sua humildade através da Sua obediência ao Pai, e é do mesmo modo que a nossa humildade é comprovada diante de Deus, a saber, na nossa obediência a Ele.

Jesus se manifestou também para o propósito de nos ensinar qual é o modo correto de se viver para Deus.

E este modo que ele nos revelou é em completa submissão e serviço, escolhendo fazer a vontade de Deus, em vez da nossa própria vontade, e gastando-se inteiramente na Sua obra, porque afinal nos deu vida para que trabalhássemos para Ele.

Fomos colocados neste mundo para tal propósito, e bem-aventurados são todos aqueles que descobrem e se aplicam a isto.       

A humilhação voluntária de Jesus se comprova também no fato de que Ele tem o nome que é sobre todo o nome, como vemos no nono verso do segundo capitulo de Filipenses; e por isso, ao nome de Jesus se dobra e se dobrará todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confessa e confessará que Jesus é Senhor.

Porque Ele sempre foi e será o Senhor de tudo e de todos.

E como se viu Este que é o Senhor, em Seu ministério terreno?

Na forma de servo e em completa humildade.

Servo na verdadeira acepção da palavra, ou seja, servindo de fato tanto a Deus quanto aos homens criados à Sua imagem e semelhança.

E como devem ser e andarem então os cristãos, os quais não estavam na glória do céu antes de serem gerados, e que nunca tiveram e jamais terão a mesma intensidade de glória do Senhor deles?

Caberia se deixarem dominar por qualquer forma de orgulho ou vanglória à vista deste exemplo supremo?

Jesus viveu suportando pacientemente a maldade dos homens, em grande pobreza a ponto de não ter onde reclinar a cabeça; viveu de ofertas e sabia o que era a aflição; não viveu em pompa externa e não buscou nenhuma posição que o exaltasse sobre os demais homens, buscando fama e honrarias deste mundo.  

Ele não deu somente o Seu serviço aos homens mas sobretudo a Sua própria vida morrendo por eles na cruz. 

Ninguém nunca desceu tanto ou poderá descer tanto em humilhação, quanto nosso Senhor, porque Ele estava na glória do céu quando veio assumir a nossa humanidade, ao ser gerado com um corpo humano no ventre de Maria.

Ele passou a ter a natureza humana além da natureza divina na qual Ele subsistia, e consentiu, apesar de sua perfeição gloriosa, em suportar conviver com pecadores falhos, impuros, imperfeitos e ignorantes como nós.

Se Ele não tivesse feito isto, jamais poderíamos receber a natureza divina para estar em nós, além da nossa natureza humana. 

Para nós, receber a natureza divina é uma grande honra e glória. Mas para Cristo, assumir a nossa natureza humana, sendo Deus, foi uma grande humilhação, mas a Palavra nos afirma que Ele não se envergonhou disto, porque não se envergonha em nos chamar de irmãos, por ter-se feito semelhante a nós, como lemos em Hb 2.11 e 11.16.

Em face dos argumentos apresentados quanto à humilhação de Cristo e da conseqüente exaltação relativa à recompensa da Sua humilhação, e da necessidade de os cristãos seguirem o Seu exemplo, o apóstolo afirmou em Fp 2.12 que a conseqüência lógica e natural de tudo isto é que todos os cristãos devem desenvolver a sua salvação com temor e tremor; ou seja, os cristãos devem ter a devida consideração para com estas verdades, quanto ao que é esperado deles, de maneira que se tornem semelhantes ao Seu Senhor. 

Desenvolver a salvação nada mais é do que se santificar em obediência à vontade de Deus.

Não somos naturalmente humildes.

Ao contrário, somos governados pela carne (natureza terrena pecaminosa).

Por isso é preciso mortificar a carne para que possamos ser governados pelo Espírito Santo, e assim, crescermos em humildade diante de Deus, para que Ele possa nos transformar segundo a semelhança de Cristo. 

Ao falar de desenvolver a salvação, Paulo falou também no mesmo versículo 12 sobre obediência voluntária e resultante de uma disciplina consciente em cumprir a Palavra de Deus, mesmo quando não estamos na presença dos nossos líderes espirituais.  

É necessário ter esta reverência ao Senhor com santo temor e tremor porque é Ele quem opera em nós, em relação ao desenvolvimento da nossa salvação, tanto o querer quanto o efetuar, não segundo aquilo que seja da nossa vontade, mas da Sua boa vontade divina, como se vê no verso 13.

Porque a nossa vontade natural quer sempre fazer aquilo que seja do nosso próprio interesse egoísta, mas a vontade de Deus é santa, perfeita, boa, agradável, e é esta vontade que o Espírito Santo quer implantar na nossa natureza.

O Espírito Santo não nos foi dado portanto para fazermos o que seja da nossa própria vontade, mas aquilo que é da vontade de Deus, na transformação de nossas vidas.  

Quando o Espírito luta contra a carne não é para fazer a nossa vontade, mas para aplicar em nossas vidas a vontade de Deus, como vemos em Gál 5.17.

Em outras palavras, se não tivermos temor e tremor de Deus e da Sua Palavra, Ele conseqüentemente não atuará na nossa vontade e não operará na liberdade do Espírito para nos dar amadurecimento espiritual.

  Então efetuar, trabalhar, desenvolver a nossa salvação nada mais é do que cooperar com o Espírito Santo para o nosso amadurecimento espiritual, através do processo de santificação. 

É a graça de Deus que inclina a nossa vontade ao que é bom, e que nos permite executar o bem.

Não há nenhuma força, mérito ou capacidade em nós mesmos, que nos habilite a fazer a obra de Deus.   

Além destas coisas recomendadas, Paulo lhes disse no verso 15 que para se tornarem irrepreensíveis e sinceros, como imaculados filhos de Deus, resplandecendo como luminares no mundo, no meio de um geração corrupta e perversa, deveriam fazer todas as coisas sem murmurações nem contendas; e retendo a palavra de Deus, que Paulo chama de palavra da vida no verso 16, porque é por meio dela que recebemos a vida eterna do Senhor que se manifesta em nós.

A fé é tanto maior, quanto mais habite ricamente em nós a Palavra de Deus, porque a fé é gerada pela Palavra, e a vida, pela fé, porque se afirma que o justo viverá pela fé.

Estes três são portanto mutuamente dependentes, e não podem ser separados, a saber: Palavra, fé e vida eterna.

A simples citação destas verdades não faz com que o nosso espírito se eleve, e sinta o desejo de louvar o grande nome do Senhor ?

Não há um mover do Espírito Santo quando aplicamos o nosso coração a meditar nestas palavras?

Certamente que sim, porque são palavras verdadeiras, e Ele é o Espírito da verdade, que exulta com a verdade, toda vez que nos aplicamos a ela. 

Mais uma vez, como em quase todas as suas epístolas, Paulo afirma no verso 16 do segundo capítulo de Filipenses, o propósito do esforço dos ministros em aperfeiçoarem os cristãos em santificação: para que eles possam se gloriar no dia de Cristo de não terem se esforçado e trabalhado em vão para Ele, preparando o Seu povo para se apresentarem diante dEle, ao saírem deste mundo, santos, inculpáveis e irrepreensíveis. 

Por isso, os cristãos não devem viver murmurando, mas, ao contrário, dando graças por tudo a Deus; e também não em contendas, mas num só espírito, vinculados pelos laços do amor do Espírito, e eles terão isto se aplicando-se à prática da Palavra de Deus.

 Todavia, ainda que eles viessem a fracassar, Paulo diz nos versos 17 e 18 que estava disposto a sofrer até mesmo o martírio em benefício da fé deles, e que continuaria se alegrando e se regozijando com eles, porque afinal havia ganho todos eles para Cristo, e que por isto jamais desistiria de continuar trabalhando em prol do aperfeiçoamento deles, motivo pelo qual também deviam se regozijar juntamente com ele.


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