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Porque a Renúncia a Si Mesmo é Necessária
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Renunciar a si mesmo e a tudo o que se possui é uma ordem expressa de nosso Senhor Jesus Cristo para os crentes.

Nada fica fora deste comando, nem mesmo o desejo de ser continuamente saudável, no corpo, na alma e no espírito, ou de se estar permanentemente em perfeita paz, em todo o tempo e em todas as circunstâncias.

Não seria possível viver uma tal vida que é tão almejada pelos que são do mundo, porque o evangelho nos impõe muitas tribulações e aflições, que têm em muitos casos, justamente o objetivo de os conduzir a esta renúncia de si mesmo.

Jesus afirmou categórica e expressamente que é impossível ser seu discípulo sem uma diária autonegação e o carregar da cruz, para que possamos segui-lo.

É evidente que esta autonegação e carregar da cruz, imporá muitas tristezas e perplexidades até que aprendamos a suportar o jugo de Jesus com paciência e gratidão em nossos corações.

Paulo havia aprendido à custa de muita autodisciplina em se sujeitar ao poder operante da graça de Jesus, até mesmo a se agradar em passar por necessidades, fraquezas, tribulações e perseguições.

Ele fala, no entanto, de um constante gemer com toda a criação, que o oprimia, e que lhe fazia aspirar por ser libertado do seu tabernáculo terreno de barro, para ser revestido da imortalidade da vida plena em espírito que existe no céu.

Ele fala também de contínuas tristezas que carregava em seu coração, apesar de estar sempre alegre no Senhor, pela sua salvação e trabalho que realizava nele e através dele para a libertação e edificação de muitos.

Na verdade, a paz que Jesus nos legou, é permanente e completa, neste mundo, apenas no que se refere à paz de consciência que temos para com Deus em relação ao conflito terminado que havia entre nós e Ele, antes da conversão.

Não dizemos com isso, que a paz sobrenatural do Senhor não se manifeste também nas circunstâncias aflitivas que somos chamados a viver, mas é bem certo que não a possuímos como uma graça que nos mantém sempre e em todas os momentos e situações, em todo o tempo, tranquilos, sossegados, alegres, sentindo um bem-estar tanto físico, quanto mental e espiritual, pois, de outra forma, a tribulação não seria tribulação, nem a aflição seria aflição para nós, em qualquer situação considerada, e é necessário que sintamos as dores e os sofrimentos que nos são impostos por Deus, ainda que não por motivo de castigo, mas para o nosso aperfeiçoamento e amadurecimento espiritual.

Muitos servos de Deus foram achados fiéis à Sua vontade e operosos no serviço que lhe prestaram sob circunstâncias aflitivas inimagináveis, e temos nisto um bom exemplo na pessoa do próprio apóstolo Paulo.

Se a paz fosse perfeita em todo o tempo na nossa experiência cristã, não haveria o sofrimento que importa que experimentemos em alguma medida em nossa identificação com nosso Senhor Jesus Cristo.

Se a alegria fosse constante e sem interrupção, onde estaria a tristeza que opera arrependimento?

Não murmurarmos contra Deus e Sua vontade em nossos sofrimentos, é o que traz grande glória ao Seu nome, pois para tanto, é necessário estar revestido do poder do Espírito Santo, pois demonstramos com isto que renunciamos de fato à nossa própria vontade, que no velho homem sempre procura se poupar de forma egoísta, e não se gastar em prol do serviço ao próximo conforme é da vontade do Senhor.

A renúncia ao nosso ego se faz necessária principalmente por este motivo de ele buscar sempre se poupar, e assim, não se sujeitaria não somente à transformação necessária do caráter, como também a não ter compromisso com Deus e com o próximo, no que tange a servi-los.

Quando fixamos o alvo de estarmos sempre em paz e felizes, sem problemas para resolver, sem iniciativa para ajudar os outros, vivemos do modo egoísta do qual Jesus veio nos libertar. Tão arraigado é este sentimento em nossa velha natureza que não pode ser arrancado senão pela operação dolorosa da autonegação e da mortificação da cruz.






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Silvio Dutra
25dutra@gmail.com
Igreja Orgânica de Jesus na Abolição
Rio de Janeiro - RJ

Publicado em: 3/5/2017


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